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Tiros atingem helicóptero em que viajava presidente da Colômbia

O incidente ocorreu enquanto o helicóptero do presidente voava pela região de Catatumbo, na Colômbia, em direção à cidade de Cúcuta, capital da província do Norte de Santander

O helicóptero no qual viajava o presidente da Colômbia, Iván Duque, foi atacado nesta sexta-feira, 25. O mandatário não foi atingindo, e fez um pronunciamento após o pouso afirmando que não será "amedrontado por violência atos de terrorismo". O presidente indicou que a "Colômbia é um estado forte", e que seguirá "trabalhando todos os dias" apesar das ameaças.

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O incidente ocorreu enquanto o helicóptero do presidente voava pela região de Catatumbo, na Colômbia, em direção à cidade de Cúcuta, capital da província do Norte de Santander, segundo Duque. "O que está claro é que este é um ataque covarde em que buracos de bala podem ser vistos na aeronave presidencial", disse Duque.

Ele fez ainda um chamado para as forças de seguranças "irem atrás" dos responsáveis pelo ataque. "Nossas instituições estão acima das ameaças".

Além de Duque, o helicóptero transportava outras autoridades, incluindo o ministro da Defesa, Diego Molano, o ministro do Interior, Daniel Palacios e o governador do Norte de Santander, Silvano Serrano.

Ninguém ficou ferido no incidente, afirmou um porta-voz da Presidência.

O atentado ocorreu próximo da cidade de Cúcuta, e contava com outras autoridades do governo. Segundo o presidente, a perícia do piloto foi fundamental para evitar maiores danos.

O departamento de segurança recebeu instruções claras para encontrar os responsáveis ​​pelo ataque ao helicóptero, acrescentou o presidente.

A problemática região de Catatumbo, na fronteira da Colômbia com a Venezuela, é lar de extensas plantações de coca, o principal ingrediente da cocaína. É onde operam guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional (ELN), ex-combatentes das Farc que rejeitam um acordo de paz de 2016 com o governo, juntamente com grupos criminosos armados envolvidos no tráfico de drogas.

Neste mês, um carro-bomba foi detonado em uma base militar usada pela 30ª Brigada do Exército em Cúcuta, ferindo soldados colombianos e conselheiros militares dos Estados Unidos.

Molano disse que o ataque poderia ter sido executado pelo ELN, mas o grupo rebelde negou ter qualquer participação no ataque com carro-bomba.

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