Secretário de Trump; Acordo em Alepo…

Finalmente, o secretário de Estado

O presidente eleito Donald Trump escolheu o presidente da petroleira Exxon Mobil, Rex Tillerson, para o cargo de secretário de Estado.  O anúncio era um dos mais esperados da equipe de transição, e cogitava-se nomes como o do ex-candidato à presidência, Mitt Romney. Assim como Trump, Tillerson nunca teve algum cargo público. Para o presidente eleito, o executivo da Exxon vai defender os “vitais interesses nacionais” dos Estados Unidos. Em nota, Tillerson também afirmou que compartilha das visões de Trump para “restaurar a credibilidade” do país.

Falta a aprovação

Assim como qualquer nomeado do alto escalão de Trump, o nome de Tillerson como secretário de Estado ainda precisará ser aprovado pelo Senado. Os republicanos tem 52 cadeiras na Casa, antes 48 dos democratas. Mas a nomeação pode enfrentar algumas dificuldades, já que muitos receiam a relação próxima entre Tillerson e a Rússia. O senador republicano John McCain, por exemplo, é um dos que deve ser contra a escolha. Apesar das controvérsias, Tillerson também foi elogiado por figuras importantes do Partido Republicano, como Condoleezza Rice, secretária de Estado no governo de George W. Bush.

Desafios para o meio ambiente?

Também nesta terça-feira foi divulgado que Trump escolheu o governador do Texas, Rick Perry, para o posto de secretário do Departamento de Energia. Perry é defensor do petróleo e já se mostrou cético em relação às mudanças climáticas. Outros nomeados desta terça seguem essa mesma linha, como o deputado republicano McMorris Rodgers, secretário do Interior, e o procurador-geral de Oklahoma, Scott Pruitt, que vai liderar a Agência de Proteção Ambiental e foi um forte oponente das medidas de corte de poluentes do presidente Barack Obama.

Acordo em Alepo

Os rebeldes que lutam contra o presidente sírio, Bashar al-Assad, em Alepo afirmam ter chegado a um acordo com as forças do governo para um cessar-fogo na cidade. Um líder rebelde disse à emissora de TV CNN que as negociações avançaram com a mediação da Turquia e que a cidade está sendo evacuada. O embaixador russo na ONU, Vitaly Churkin, confirma que o Exército de Assad tomou o controle da cidade e que os ataques de ambos os lados “pararam”. A ONU afirma que recebeu relatos de que uma milícia iraquiana que luta a favor de Assad invadiu uma área povoada por rebeldes e matou mais de 80 civis.

O aval final da Monsanto

Acionistas da agroquímica americana Monsanto aprovaram oficialmente a oferta de 66 bilhões de dólares da farmacêutica alemã Bayer. O negócio já havia sido anunciado em setembro, mas faltava o aval final. A fusão ainda precisa ser aprovada por autoridades regulatórias, uma vez que a companhia passaria a dominar um quarto do mercado de sementes e pesticidas. A expectativa é que o processo seja concluído somente no final de 2017. As ações da Monsanto subiram 0,4% com o anúncio e fecharam em 105 dólares, bem abaixo dos 128 dólares por ação pagos pela Bayer.

O “Bolt” da GM

A montadora General Motors entregou a um cliente seu primeiro carro elétrico, chamado Bolt. Os compradores são de Fremont, na Califórnia — coincidentemente, local da sede da rival Tesla, pioneira no segmento de carros elétricos. O modelo da GM custa 37.495 dólares e consegue andar por mais de 200 quilômetros sem parar, o que os carros da Tesla ainda não fazem. A Tesla afirma que seu carro Model 3, com lançamento previsto para julho de 2017, também terá esses requisitos.

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