Rússia pede registro de vacina Sputnik V na União Europeia

A vacina já foi aprovada na Argentina, Belarus, Sérvia e outros países

O fundo soberano da Rússia entrou com pedido de registro da vacina contra covid-19 Sputnik V na União Europeia e espera que ele seja analisado em fevereiro, segundo informação publicada nesta quarta-feira na conta oficial que promove a vacina no Twitter.

As equipes da Sputnik V e da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) realizaram uma análise científica da vacina na terça, de acordo com a conta da vacina no Twitter, que acrescentou que a EMA tomará uma decisão com base nessas análises.

A vacina já foi aprovada na Argentina, Belarus, Sérvia e outros países.

Argentina começa a aplicar segunda dose da vacina Sputnik V

O governo da Argentina iniciou nesta terça-feira (19) a aplicação da segunda dose da vacina Sputnik V, do laboratório russo Gamaleya, em uma fase prioritária para profissionais de saúde.

"A campanha de vacinação está avançando em tempo hábil", disse o ministro da Saúde, Ginés González García, ao comandar o início da administração das segundas doses no Hospital Posadas de Buenos Aires.

A Argentina começou a vacinação em 29 de dezembro com 300.000 doses da Sputnik V. Um segundo lote com mais 300.000 chegou a Buenos Aires no sábado da Rússia e foi distribuído para centros de vacinação em todo o país.

Com 44 milhões de habitantes, o país sul-americano registrou 1.807.411 casos de covid-19 e 45.832 mortes desde o começo da pandemia.

O ministro afirmou que o país "já tem asseguradas mais de 51 milhões de doses" para sua campanha de vacinação.

A Sputnik V foi aprovada "em caráter de emergência" no dia 23 de dezembro pelo Ministério da Saúde, a primeira homologação que o imunizante recebeu na América Latina.

O acordo com a Rússia inclui mais 19,4 milhões de doses até fevereiro, com opção de compra de mais cinco milhões.

A Argentina também tem acordos de fornecimento de vacinas com a Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca e com o mecanismo Covax da Organização Mundial de Saúde (OMS), além de negociar a chegada do produto da Pfizer.

Nas próximas etapas, está prevista a vacinação de maiores de 60 anos, pessoas com comorbidades, policiais e educadores.

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