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Quanto custa viajar no voo mais longo do mundo? São 19 horas a bordo

Rota liga Nova York a Singapura e usa aviões adaptados para distâncias ultra-longas

Airbus A350, da Singapore Airlines, usado em voo mais longo (Divulgação)

Airbus A350, da Singapore Airlines, usado em voo mais longo (Divulgação)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 15 de abril de 2026 às 17h07.

Imagine ficar mais de 19 horas dentro do mesmo avião. Esta é a experiência de voar na rota aérea mais longa do mundo, que conecta Singapura a Nova York sem escalas.

O voo é operado pela Singapore Airlines, e o avião possui apenas as categorias premium economy, uma econômica com mais espaço e business.

O voo de Nova York, saindo do aeroporto JFK, leva 19 horas e 15 minutos para chegar a Singapura. Em um dos voos, a partida ocorre às 22h15 na hora de Nova York, na terça-feira, e o pouso ocorre às 5h30 de quinta-feira em Singapura.

No sentido inverso, a viagem é mais curta. São 18 horas e 40 minutos, mas com um deslocamento no tempo de pouco mais de seis horas. O voo parte às 12h10 na hora local de Singapura e chega às 18h50 na hora local de Nova York, por conta dos fusos horários. É como se fosse uma tarde de 18 horas de duração.

Na premium economy, as passagens de ida e volta custam 6.054 dólares de Singapura, ou R$ 23.783 na cotação desta quarta-feira, 15, para viajar em 2 de junho, e voltar de Nova York em 16 de junho de 2026

Em classe business, o valor sobe para 14.178 dólares de Singapura, ou R$ 55.699.

Como é o avião?

A rota foi recriada em 2018. Antes, havia sido operada até 2011, mas a rota foi cortada por questões de custos. A viagem atual é feita em um avião Airbus A350, otimizado para longas distâncias. Ele é feito com fibra de carbono, em vez de alumínio, o que o torna mais leve. Tem também tanques de combustível maiores e possui dois motores, o que resulta em economia de energia.

Os voos possuem 161 assentos, 67 da classe executiva e 94 da econômica premium. Para combater os efeitos do jet lag, há um reforço da umidificação interna e o uso de luzes para regular melhor a percepção da passagem do tempo.

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