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Putin decide ampliar contingente das Forças Armadas em 137 mil pessoas

O decreto, que entra em vigor em 1º de janeiro, não especifica se esse aumento será com voluntários

Vladimir Putin: com o acréscimo, poderio militar passará a ter 1,15 milhão de combatentes (AFP/AFP)

Vladimir Putin: com o acréscimo, poderio militar passará a ter 1,15 milhão de combatentes (AFP/AFP)

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AFP

Publicado em 25 de agosto de 2022, 15h16.

Última atualização em 25 de agosto de 2022, 15h40.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, determinou nesta quinta-feira, 25, que as Forças Armadas do país sejam ampliadas em 137 mil agentes, para um total de 1,15 milhão, em meio à ação militar na Ucrânia.

O decreto, que entra em vigor em 1º de janeiro, não especifica se esse aumento será com voluntários, pessoas convocadas ou uma combinação de ambos, mas alguns analistas militares preveem que isso dependerá em grande medida de voluntários.

A imprensa russa e organizações não governamentais dizem que autoridades da Rússia querem reforçar o número de soldados envolvidos na ação militar na Ucrânia com mais voluntários, o envolvimento de agentes privados de segurança e até mesmo a oferta de anistia a alguns prisioneiros, em troca do serviço militar.

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