Presidente da Comissão Europeia visita a Ucrânia para falar sobre integração à UE

Os países europeus aprovaram em junho o status de país candidato à UE da Ucrânia, que desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro intensificou os esforços para integrar no futuro o bloco e a Otan
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, visita a Ucrânia para falar sobre integração à UE (Thierry Monasse/Getty Images)
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, visita a Ucrânia para falar sobre integração à UE (Thierry Monasse/Getty Images)
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AFP

Publicado em 15/09/2022 às 06:46.

Última atualização em 15/09/2022 às 06:47.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, chegou nesta quinta-feira, 15, a Kiev para falar sobre o projeto de integração da Ucrânia à União Europeia (UE), em sua terceira visita ao país desde o início da invasão russa.

"Em Kiev para minha terceira visita desde o início da guerra da Rússia. Mudaram tantas coisas. Agora, a Ucrânia é candidata à UE. Conversarei com (o presidente Volodymyr) Zelensky e (o primeiro ministro) Denis Shmigal sobre a forma de seguir aproximando nossas economias e nossas populações, enquanto a Ucrânia avança para a adesão ao bloco", afirmou a política no Twitter.

Os países europeus aprovaram em junho o status de país candidato à UE da Ucrânia, que desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro intensificou os esforços para integrar no futuro o bloco e a Otan.

Em resposta à invasão, os países ocidentais adotaram uma ampla série de sanções contra a Rússia e enviaram armamento a Kiev, um apoio que ajudou as forças ucranianas a recuperar território na contraofensiva das últimas semanas.

Na quarta-feira, Von der Leyen declarou que as sanções impostas pela UE "vieram para ficara" e que "não é momento apaziguamento".

A Ucrânia também pede apoio financeiro, pois sua economia sofre as consequências da guerra e a situação energética está em risco para o inverno.

O ministro das Finanças, Serguii Marchenko, afirmou em maio que Kiev precisava de 5 bilhões de dólares por mês para cobrir o déficit orçamentário.

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