Otan acredita que impasse entre Turquia, Finlândia e Suécia terá solução

Segundo o secretário-geral, a discordância será resolvida pela Otan "como sempre foi", disse em tom otimista quanto à entrada de finlandeses e suecos à aliança militar
Secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg: "Não posso dizer quando nem como, mas estamos trabalhando com a Turquia para resolver a questão" (Olivier Douliery/Pool/Reuters)
Secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg: "Não posso dizer quando nem como, mas estamos trabalhando com a Turquia para resolver a questão" (Olivier Douliery/Pool/Reuters)
Por Estadão ConteúdoPublicado em 24/05/2022 13:43 | Última atualização em 24/05/2022 13:43Tempo de Leitura: 2 min de leitura

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, ressaltou a importância da Turquia enquanto membro da entidade e afirmou que os impasses entre o país e o restante da Aliança sobre a adesão de Finlândia e Suécia serão resolvidos.

"Não posso dizer quando nem como, mas estamos trabalhando com a Turquia para resolver a questão", disse ele nesta terça-feira, durante painel no Fórum Econômico Mundial em Davos.

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Em reunião recente, o presidente turco Recep Tayip Erdogan expressou a Stoltenberg preocupações quanto ao terrorismo e a presença do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PPK), proibido na Turquia.

Segundo o secretário-geral, a discordância será resolvida pela Otan "como sempre foi", disse em tom otimista quanto à entrada de finlandeses e suecos à aliança militar.

Quanto à guerra na Ucrânia, Stoltenberg repetiu que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, provocou efeito contrário ao desejado por ele ao iniciar o conflito, uma vez que as ações de Moscou ajudaram a Otan a expandir suas fronteiras e aumentar sua presença no Leste Europeu.

Ele ainda afirmou que o melhor jeito de ajudar a Ucrânia agora é com o envio de armamento, e que uma eventual adesão ucraniana à Otan é uma questão para o futuro.

(Estadão Conteúdo)

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