Observadores das Nações Unidas têm uma dura missão na Síria

"Estou de acordo que a situação é pior agora do que antes, mas confio que o diálogo começará", disse subsecretário-geral para Operações de Paz da ONU

Damasco - O subsecretário-geral para Operações de Paz da ONU, o francês Hervé Ladsous, admitiu nesta quarta-feira que os observadores das Nações Unidas têm uma dura missão na Síria.

"Os diplomatas deveriam ser sempre otimistas. Estou de acordo que a situação é pior agora do que antes, mas confio que os círculos viciosos acabarão e o diálogo começará", disse Ladsous, após chegar a Damasco na terça-feira para avaliar o conflito no país.

O subsecretário-geral destacou que os observadores têm como missão encontrar uma solução política para região e por isso continuarão "fazendo tudo o que for possível" para alcançar o objetivo.

Ladsous ressaltou que o número de observadores na Síria foi reduzido à metade, já que cerca de 150 dos 300 que integravam a missão deixaram o país por questões de segurança.

A visita de Ladsous, a segunda em dois meses, acontece depois que o Conselho de Segurança da ONU decidiu ampliar por um período de 30 dias a Missão de Observação no país árabe (UNSMIS).

O francês contou que na manhã de hoje teve proveitosos encontros oficiais com os sírios para avaliar a situação e apresentar o senegalês Babacar Gaye, o novo chefe da missão no país.

Gaye, que é o principal assessor militar da ONU e substituirá o general Robert Mood à frente da missão, chegou a Damasco na terça-feira à noite e disse aos jornalistas que fará todos os esforços para "ajudar a aliviar o sofrimento dos sírios".

Tanto Ladsous como Gaye visitam a Síria após os duros enfrentamentos que assolaram o país na semana passada, principalmente em Damasco e em Aleppo.

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