Princesa Kate é criticada por escritora britânica

Hilary Mantel chamou a mulher do príncipe William de "marionete sem personalidade", cuja "única razão de ser é ter um filho"

	Hilary Mantel: ela tornou-se a primeira mulher e o primeiro autor britânico a levar duas vezes o prêmio literário Man Booker Prize
 (Carl Court/AFP)
Hilary Mantel: ela tornou-se a primeira mulher e o primeiro autor britânico a levar duas vezes o prêmio literário Man Booker Prize (Carl Court/AFP)
Por Da RedaçãoPublicado em 19/02/2013 11:06 | Última atualização em 19/02/2013 11:06Tempo de Leitura: 2 min de leitura

Londres - A escritora britânica Hilary Mantel, duas vezes ganhadora do prêmio Man Booker, fez um ataque contra Kate Middleton, mulher do príncipe William, que chamou de "marionete sem personalidade", cuja "única razão de ser é ter um filho".

"Kate foi obviamente escolhida para este papel de princesa porque ela é impecável em todos os aspectos: ela tem o corpo dos sonhos, não é excêntrica e não há nada nela que incomode", declarou a romancista em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira no British Museum, em Londres.

Ela "parece fabricada", acrescentou, comparando "a falta de jeito humano" e a "incontinência emocional" de Diana, mãe de William "que deixava transparecer suas fraquezas em cada um de seus gestos".

A autora, famosa por seus livros históricos, disse ter visto Kate se transformar em "uma marionete sobre a qual ficam suspensas as roupas", "um manequim de desventuras, sem personalidadem definida inteiramente pelo que ela veste".

Agora que a jovem mulher está grávida do futuro herdeiro do trono, ela é "uma mãe poderosa, investida de outras atribuições ultrapassadas", cuja "única razão de existir e único objetivo é ter um filho".

Em 2012, a escrirora britânica Hilary Mantel, de 60 anos, ganhou pela segunda vez o Man Booker Prize, tornando-se a primeira mulher e primeiro autor britânico a levar duas vezes o prestigioso prêmio literário.

Hilary Mantel foi premiada pelo segundo volume da trilogia consagrada a Thomas Cromwell, "Bringing up the bodies". Ela já havia vencido o Man Booker Prize em 2009 pelo primeiro volume sobre o conselheiro do rei Henrique VIII, "Wolf Hall".