Mortes por covid-19 ultrapassam 800 mil no mundo, segundo Johns Hopkins

Já o total de casos ultrapassa os 23 milhões. Só ontem foram contabilizados 270.751 novos pacientes com a doença

O número de mortes provocadas pelo contágio do novo coronavírus alcançou 800.720 em todo o mundo, neste sábado, de acordo com dados compilados pela Johns Hopkins University. O país que aparece em primeiro lugar no ranking desolador são os Estados Unidos, com 175.674 mortes, seguidos pelo Brasil, com 113.358. Já o total de casos ultrapassa os 23 milhões. Só ontem foram contabilizados 270.751 novos casos.

Após 20 dias, a média móvel de mortes no estado do Rio voltou a apresentar um crescimento maior que 15% em comparação com duas semanas atrás. Na sexta-feira, a média móvel de óbitos aumentou cerca de 26%, o que indicaria uma tendência de aumento dos óbitos. Segundo a secretaria estadual de Saúde, o Rio já acumula 15.202 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia e mais de 207 mil pessoas infectadas pela doença. Nas últimas 24 horas foram confirmados 1.120 novos casos e 128 óbitos.

Na capital, o aumento da média móvel de óbitos continua acima de 15% pelo terceiro dia consecutivo — a primeira vez desde 5 de junho. Na sexta-feira, o número subiu 31%, o que indicaria uma tendência de aumento dos óbitos.

Para o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, a pandemia do novo coronavírus pode terminar nos próximos dois anos. Em uma entrevista coletiva em Genebra na sexta-feira, 21, ele comparou a covid-19 com a gripe espanhola de 1918, que levou dois anos para ser superada, e matou 50 milhões de pessoas, segundo estimativas. O diretor da OMS lembrou que em um mundo globalizado há mais chance do vírus se espalhar, mas também mais tecnologia para combatê-lo.

Uma nova análise de 194 países, publicada pelo Center for Economic Policy Research e pelo World Economic Forum, mostrou que os países liderados por mulheres tiveram resultados melhores no combate à covid-19. Nesses locais a média de mortalidade cai pela metade quando comparada aos países liderados por homens, devido a rapidez no decreto do lockdown. 

“Nossos resultados indicam claramente que as mulheres líderes reagiram mais rápida e decisivamente em face de possíveis fatalidades”, escreveu Supriya Garikipati, economista desenvolvimentista da Universidade de Liverpool e co-autora do estudo. 

 

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