• AALR3 R$ 20,03 -0.20
  • AAPL34 R$ 70,39 2.88
  • ABCB4 R$ 16,67 0.06
  • ABEV3 R$ 14,21 0.00
  • AERI3 R$ 3,75 -0.79
  • AESB3 R$ 10,89 -0.27
  • AGRO3 R$ 31,65 0.67
  • ALPA4 R$ 22,91 3.34
  • ALSO3 R$ 19,30 2.39
  • ALUP11 R$ 26,52 0.08
  • AMAR3 R$ 2,53 -2.32
  • AMBP3 R$ 32,01 -1.05
  • AMER3 R$ 21,65 0.70
  • AMZO34 R$ 3,45 2.07
  • ANIM3 R$ 5,50 -0.90
  • ARZZ3 R$ 82,62 1.66
  • ASAI3 R$ 15,82 -1.68
  • AZUL4 R$ 21,03 0.38
  • B3SA3 R$ 12,82 3.30
  • BBAS3 R$ 37,06 -1.07
  • AALR3 R$ 20,03 -0.20
  • AAPL34 R$ 70,39 2.88
  • ABCB4 R$ 16,67 0.06
  • ABEV3 R$ 14,21 0.00
  • AERI3 R$ 3,75 -0.79
  • AESB3 R$ 10,89 -0.27
  • AGRO3 R$ 31,65 0.67
  • ALPA4 R$ 22,91 3.34
  • ALSO3 R$ 19,30 2.39
  • ALUP11 R$ 26,52 0.08
  • AMAR3 R$ 2,53 -2.32
  • AMBP3 R$ 32,01 -1.05
  • AMER3 R$ 21,65 0.70
  • AMZO34 R$ 3,45 2.07
  • ANIM3 R$ 5,50 -0.90
  • ARZZ3 R$ 82,62 1.66
  • ASAI3 R$ 15,82 -1.68
  • AZUL4 R$ 21,03 0.38
  • B3SA3 R$ 12,82 3.30
  • BBAS3 R$ 37,06 -1.07
Abra sua conta no BTG

Método inovador poderá recuperar áreas degradadas por mineração

IPT pretende aplicar técnicas de bioengenharia de solos na recuperação de áreas degradadas pela atividade
O principal alvo do projeto são 250 terrenos localizados na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que já não têm mais atividade econômica (André Valentim/EXAME.com)
O principal alvo do projeto são 250 terrenos localizados na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que já não têm mais atividade econômica (André Valentim/EXAME.com)
Por Da RedaçãoPublicado em 21/12/2011 08:53 | Última atualização em 21/12/2011 08:53Tempo de Leitura: 2 min de leitura

São Paulo - O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está desenvolvendo uma pesquisa de caráter interdisciplinar para viabilizar a recuperação de áreas degradadas pela atividade de mineração de agregados para a construção civil – pedra, areia e calcário –, utilizando de forma integrada os conceitos de bioengenharia de solos e serviços ambientais.

A marca inovadora do projeto é a aplicação de técnicas de bioengenharia de solos na recuperação de áreas degradadas pela atividade de mineração e na geração de serviços ambientais.

“Essas técnicas são normalmente empregadas na recuperação de rodovias e margens de rios, mas seu uso para recuperar áreas degradadas por mineração é inédito”, afirma Amarilis Gallardo, pesquisadora do IPT e coordenadora dos trabalhos.

O principal alvo do projeto são 250 terrenos localizados na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), que já não têm mais atividade econômica. Mas a metodologia a ser criada beneficiará também, no futuro, outras áreas que atualmente estão produzindo agregados.

Recuperação sustentável

Na prática, a aplicação de técnicas de bioengenharia de solos significa que as áreas não serão recuperadas apenas com o plantio de espécies convencionalmente usadas, como gramíneas e eucaliptos. “Em vez de espécies exóticas, daremos preferência a espécies nativas, priorizando o uso de espécies mais comuns”, afirma a pesquisadora Caroline Souza, da Seção de Sustentabilidade de Recursos Florestais do IPT.

O projeto pretende proporcionar uma abordagem mais sustentável para a atividade de mineração. O método a ser desenvolvido poderá ser aplicado em contextos minerários similares, em diferentes regiões do País, e com estudos e adaptações posteriores, também para outras atividades mineradoras.

O estudo conta com orçamento compartilhado entre as instituições participantes, como do próprio IPT, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da Companhia Vale, que prevê um investimento total de até R$ 40 milhões para o desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas nas áreas de mineração, energia, ecoeficiência, biodiversidade e produtos ferrosos para siderurgia.