Kim reaparece, vacina ameaçada, nova Guerra Fria: tudo para ler no domingo

Kim Jong-un reapareceu em reunião sobre arsenal nuclear da Coreia do Norte. Confira as notícias mais importante para o seu domingo

A pandemia do novo coronavírus está prejudicando as relações entre os Estados Unidos e a China, o que poderia causar uma “nova Guerra Fria”, alertou o governo da China neste domingo, 24 de maio. Segundo o ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, o governo americano aproveita “todas as oportunidades para atacar e difamar a China”.

Coronavírus

Com mais de 5,3 milhões de infectados em todo o mundo, a América Latina se tornou o novo epicentro mundial da covid-19, segundo a OMS. E o Brasil preocupa: ontem o número de casos confirmados chegou a 347.398, com mais de 16.508 testes positivos em um dia. E já foram mais de 22.000 mortes.

E uma promissora vacina pode estar ameaçada. O professor Adrian Hill, pesquisador da Universidade Oxford, disse em uma entrevista que ela tem apenas 50% de chance de sucesso. Além de tentar amenizar as altas expectativas sobre sua pesquisa, ele revelou um contratempo curioso que pode inviabilizar o prazo de distribuição das vacinas: a redução no ritmo de contágio comunitário no Reino Unido.

Coreia do Norte

Ele está vivo e fez sua primeira aparição pública em quase três semanas neste domingo: Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte, presidiu uma reunião sobre novas medidas para fortalecer a “dissuasão nuclear” do país. No mês passado, o mundo especulava sobre a possível morte de Kim.

Templos, igrejas e manifestações

O domingo também marca a celebração do Eid al-Fitr, uma das datas mais importantes do calendário muçulmano e que marca o fim do mês de jejum do Ramadã. O dia seria de orações na mesquita e visitas a familiares, porém diversos países proibiram orações coletivas por causa da pandemia.

Em Jerusalém, o Santo Sepulcro abre novamente suas portas após dois meses fechado. Segundo a tradição cristã, o Santo Sepulcro é o lugar onde Jesus foi crucificado e enterrado. O local foi fechado logo antes das comemorações de Páscoa.

E após meses sem novas manifestações, Hong Kong teve hoje novos conflitos e cenas de violência entre manifestantes e a polícia chinesa. Em resposta à repressão policial, alguns manifestantes dispararam projéteis contra as forças da lei, ergueram barricadas improvisadas e usaram guarda-chuvas para se proteger do gás lacrimogêneo e canhões de água.

Com informações de agências.

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