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Justiça recusa pedido de Trump para não entregar dados financeiros

Decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos abre caminho para um exame mais amplo sobre as contas do presidente Trump

A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou nesta quinta-feira (9) uma tentativa do presidente Donald Trump de bloquear que um procurador de Nova York possa exigir a entrega de anos de registros financeiros e tributários dele de seus contadores. A decisão do principal tribunal do país abre caminho potencialmente para um exame mais amplo sobre as contas do presidente. Ao mesmo tempo, os magistrados vetaram, ao menos por ora, que a Câmara dos Representantes tenham acesso aos mesmos documentos.

A Suprema Corte ainda enviou o caso de volta a instâncias inferiores para outros procedimentos. O caso foi um dos dois levados à Suprema Corte nos quais Trump contestava intimações que foram enviadas não para ele, mas para seus contadores e banqueiros. Pelo Twitter, Trump afirmou nesta quinta que sofre "perseguição política" e destacou o fato de que o tribunal enviou o caso para instâncias inferiores, portanto os processos continuarão, dizendo ainda em frase solta que pode ter havido "improbidade da promotoria".

O Comitê de Monitoramento da Câmara dos Representantes, que investiga questões éticas relacionadas ao Executivo, havia emitido intimações para a Mazars USA requisitando oito anos de registros financeiros relacionados a Trump, sua companhia imobiliária, sua fundação e outras entidades pertencentes ao atual presidente. Um procurador distrital de Manhattan, Cyrus Vance Jr., também emitiu intimação para a companhia de contabilidade, solicitando documentos financeiros e registros tributários de Trump como parte de uma investigação de pagamentos a mulheres que alegam ter tido casos amorosos com ele.

Dois outros comitês da Câmara emitiram intimações para requisitar um conjunto amplo de informações e registros de Trump do Deutsche Bank e da Capital One Financial Corp. O banco alemão desde 1998 emprestou ou participou de empréstimos de ao menos US$ 2,5 bilhões para companhias ligadas ao hoje presidente. (Com informações da Dow Jones Newswires).

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