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EUA, Japão e Coreia do Sul anunciam novas sanções contra a Coreia do Norte

A ação de Washington, anunciada na quinta-feira, bloqueia os ativos de três funcionários do regime norte-coreano nos Estados Unidos

Blinken: Os lançamentos recentes de mísseis norte-coreanos, representam graves riscos (AFP/AFP Photo)

Blinken: Os lançamentos recentes de mísseis norte-coreanos, representam graves riscos (AFP/AFP Photo)

A
AFP

2 de dezembro de 2022, 07h02

Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul anunciaram novas sanções contra pessoas e entidades norte-coreanas em resposta à recente série de testes de mísseis de Pyongyang.

A ação de Washington, anunciada na quinta-feira, bloqueia os ativos de três funcionários do regime norte-coreano nos Estados Unidos, uma medida em grande parte simbólica contra um país isolado que desafia a pressão internacional sobre seus programas de armas.

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O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos também ameaçou adotar sanções contra qualquer pessoa que a que efetuar transações com Jon Il Ho, Yu Jin e Kim Su Gil, identificados como diretamente envolvidos no desenvolvimento de armas.

Os lançamentos recentes de mísseis norte-coreanos, incluindo o teste de um míssil balístico intercontinental com capacidade para alcançar o território continental dos Estados Unidos, "representam graves riscos para a segurança da região e do mundo inteiro", afirmou o secretário de Estado americano, Antony Blinken, em um comunicado.

Blinken acrescentou que a medida foi adotada em coordenação com a Coreia do Sul e o Japão, aliados de Washington. Ele recordou que a União Europeia anunciou sanções similares contra os três em abril.

Tóquio e Seul também anunciaram novas sanções nesta sexta-feira.

A Coreia do Sul afirmou ações contra oito pessoas, incluindo um taiwanês e um cidadão de Singapura.

O Japão declarou que, em resposta aos "atos de provocação" de Pyongyang, congelou os ativos de três grupos norte-coreanos - Korea Haegumgang Trading Corp, Korea Namgang Trading Corp e Lazarus Group - e de um indivíduo, Kim Su Il.

O governo dos Estados Unidos expressou frustração pelo fato de China, principal aliada da Coreia do Norte, e Rússia terem bloqueado os esforços do Conselho de Segurança da ONU para impor sanções mais duras contra Pyongyang.

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