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Crise de fome no Chifre da África afeta 13,3 milhões de pessoas

Sete semanas após a ONU ter anunciado o estado da crise na região, o número de vítimas aumentou em 900 mil

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Guarda controla a chegada de uma multidão de refugiadas a um centro de alimentação na Somália: no total, os refugiados são 841 mil (John Moore/Getty Images)

Guarda controla a chegada de uma multidão de refugiadas a um centro de alimentação na Somália: no total, os refugiados são 841 mil (John Moore/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 9 de setembro de 2011 às, 10h32.

Genebra - Já chega a 13,3 milhões o número de vítimas da crise de fome no Chifre da África, de acordo com a última avaliação das necessidades humanitárias na Somália e no Quênia, revelou nesta sexta-feira o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários.

Sete semanas após a ONU ter anunciado o estado da crise de fome na região do Chifre da África, 900 mil vítimas da crise se juntaram aos 12,4 milhões inicialmente afetados pela falta de alimentos, principalmente na Somália.

O novo cálculo aponta que 146 mil pessoas precisam receber alimentos em Djibuti, 4 milhões na Somália e 4,3 milhões no Quênia, das quais 560 mil são refugiados (482 mil somalis e os demais de outras nacionalidades).

A avaliação revelou também que 4,8 milhões de pessoas precisam de ajuda urgente na Etiópia, sendo 181 mil refugiados somalis e 80 mil de outros países.

No total, os refugiados são 841 mil das 13,3 milhões pessoas atingidas nessa região africana.

"A situação piora conforme a crise avança para Bay, no sul da Somália, a sexta região afetada", alertou em entrevista coletiva a porta-voz da instituição, Elisabeth Byrs.

A porta-voz da ONU em Genebra, Corinne Momal-Vanian, antecipou que é provável que "nas próximas semanas a crise alcance outras regiões".

Outro dado alarmante foi divulgado por uma porta-voz do Fundo da ONU para a Infância (Unicef), que declarou que de 2,3 milhões de crianças entre 5 e 17 anos que vivem nas regiões central e sul da Somália, 78% não frequentam escola, seja porque estão desalojadas ou pela insegurança.

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