Consumo de gás natural aumenta 42,5% em dezembro

Na média de 2010, as vendas do insumo foram de 52,9 milhões de metros cúbicos por dia, um crescimento de 35,5% sobre a média de 2009

São Paulo – Impulsionado pela demanda das termelétricas, o consumo de gás natural aumentou 42,5% em dezembro de 2010 na comparação com igual mês de 2009, de 36,5 milhões de metros cúbicos por dia para 52,02 milhões de metros cúbicos por dia. Esse volume, porém, representa uma retração de 16,6% em relação aos 62,40 milhões de metros cúbicos por dia de novembro de 2010, queda provocada pela diminuição do consumo de gás das térmicas nesse período.

Na média de 2010, as vendas do insumo foram de 52,9 milhões de metros cúbicos por dia, um crescimento de 35,5% sobre a média de 2009, de acordo com informações da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). O volume de 2010 representa recorde de venda na história da indústria de distribuição de gás no mercado brasileiro.

Na comparação entre dezembro de 2010 e igual mês de 2009, o consumo de gás natural pelas térmicas cresceu 632,9%, de 2,03 milhões de metros cúbicos por dia para 14,9 milhões de metros cúbicos por dia. O forte aumento se explica pela decisão do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) de usar as térmicas para recuperar o nível dos reservatórios das hidrelétricas, que estava baixo no final de 2010. Porém, o volume verificado em dezembro de 2010 é 36,6% inferior aos 23,52 milhões de metros cúbicos por dia de novembro de 2010, o que sinaliza a menor necessidade do uso das termelétricas para poupar os reservatórios e garantir a segurança do abastecimento de energia elétrica.

Com menor peso, o chamado “mercado não térmico” (indústrias, residências, comércio, gás natural veicular, cogeração, etc) contribuiu para o crescimento do consumo. Em dezembro de 2010, as vendas de gás para esses clientes somaram 37,11 milhões de metros cúbicos por dia, uma alta de 7,6% em relação aos 34,46 milhões de dezembro de 2009. Destaque para a expansão de 9,2%, neste período, da demanda industrial, que foi de 25,68 milhões de metros cúbicos por dia. O segmento de cogeração, que é ligado ao setor industrial, cresceu 11,1%, para 3,209 milhões de metros cúbicos por dia no mesmo intervalo.

No segmento de pequenos volumes, destaque para a expansão de 16,7% no volume vendido para o segmento residencial na comparação entre dezembro de 2010 e igual mês de 2009, para 769 mil metros cúbicos por dia. No mesmo período, o consumo na classe comercial aumentou 3,8%, para 652,8 mil metros cúbicos por dia. A exemplo dos meses anteriores, o ponto negativo é a nova retração nas vendas de gás natural veicular (GNV). Nesse intervalo, a diminuição do consumo foi de 6,1%, para 5,70 milhões de metros cúbicos por dia, refletindo a menor competitividade frente ao etanol e à gasolina.

No ranking estadual de vendas, as concessionárias do Rio de Janeiro lideraram em dezembro de 2010, com um volume de 16,8 milhões de metros cúbicos por dia. Em segundo lugar ficou com Estado de São Paulo, com 14,46 milhões de metros cúbicos por dia, seguido pela Bahia, com 3,99 milhões, pelo Espírito Santo, com 2,94 milhões, e por Minas Gerais, com 2,91 milhões de metros cúbicos por dia.Impulsionado pela demanda das termelétricas, o consumo de gás natural aumentou 42,5% em dezembro de 2010 na comparação com igual mês de 2009, de 36,5 milhões de metros cúbicos por dia para 52,02 milhões de metros cúbicos por dia. Esse volume, porém, representa uma retração de 16,6% em relação aos 62,40 milhões de metros cúbicos por dia de novembro de 2010, queda provocada pela diminuição do consumo de gás das térmicas nesse período.

Na média de 2010, as vendas do insumo foram de 52,9 milhões de metros cúbicos por dia, um crescimento de 35,5% sobre a média de 2009, de acordo com informações da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). O volume de 2010 representa recorde de venda na história da indústria de distribuição de gás no mercado brasileiro.

Na comparação entre dezembro de 2010 e igual mês de 2009, o consumo de gás natural pelas térmicas cresceu 632,9%, de 2,03 milhões de metros cúbicos por dia para 14,9 milhões de metros cúbicos por dia. O forte aumento se explica pela decisão do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) de usar as térmicas para recuperar o nível dos reservatórios das hidrelétricas, que estava baixo no final de 2010. Porém, o volume verificado em dezembro de 2010 é 36,6% inferior aos 23,52 milhões de metros cúbicos por dia de novembro de 2010, o que sinaliza a menor necessidade do uso das termelétricas para poupar os reservatórios e garantir a segurança do abastecimento de energia elétrica.

Com menor peso, o chamado “mercado não térmico” (indústrias, residências, comércio, gás natural veicular, cogeração, etc) contribuiu para o crescimento do consumo. Em dezembro de 2010, as vendas de gás para esses clientes somaram 37,11 milhões de metros cúbicos por dia, uma alta de 7,6% em relação aos 34,46 milhões de dezembro de 2009. Destaque para a expansão de 9,2%, neste período, da demanda industrial, que foi de 25,68 milhões de metros cúbicos por dia. O segmento de cogeração, que é ligado ao setor industrial, cresceu 11,1%, para 3,209 milhões de metros cúbicos por dia no mesmo intervalo.

No segmento de pequenos volumes, destaque para a expansão de 16,7% no volume vendido para o segmento residencial na comparação entre dezembro de 2010 e igual mês de 2009, para 769 mil metros cúbicos por dia. No mesmo período, o consumo na classe comercial aumentou 3,8%, para 652,8 mil metros cúbicos por dia. A exemplo dos meses anteriores, o ponto negativo é a nova retração nas vendas de gás natural veicular (GNV). Nesse intervalo, a diminuição do consumo foi de 6,1%, para 5,70 milhões de metros cúbicos por dia, refletindo a menor competitividade frente ao etanol e à gasolina.

No ranking estadual de vendas, as concessionárias do Rio de Janeiro lideraram em dezembro de 2010, com um volume de 16,8 milhões de metros cúbicos por dia. Em segundo lugar ficou com Estado de São Paulo, com 14,46 milhões de metros cúbicos por dia, seguido pela Bahia, com 3,99 milhões, pelo Espírito Santo, com 2,94 milhões, e por Minas Gerais, com 2,91 milhões de metros cúbicos por dia.

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