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China amplia abertura econômica e registra alta no investimento estrangeiro em 2025

País diz que avançará no desenvolvimento de alta qualidade e ampliará a abertura ao exterior

Abertura de mercado na China: chefes de Estado e de governo de diversos países visitam a China à frente de delegações empresariais em 2026 (Leandro Fonseca /Exame)

Abertura de mercado na China: chefes de Estado e de governo de diversos países visitam a China à frente de delegações empresariais em 2026 (Leandro Fonseca /Exame)

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Agência

Publicado em 10 de fevereiro de 2026 às 16h01.

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O Ministério do Comércio da China informou que, durante o 15º Plano Quinquenal, o país avançará no desenvolvimento de alta qualidade, ampliará a abertura ao exterior, manterá a defesa do sistema multilateral de comércio e fortalecerá relações econômicas e comerciais baseadas em igualdade e benefício mútuo. Segundo o órgão, essas diretrizes criam condições para a permanência e a expansão de empresas estrangeiras no mercado chinês ao longo do período.

Além disso, desde o início de 2026, chefes de Estado e de governo de diversos países visitam a China à frente de delegações empresariais. As agendas incluem reuniões com autoridades e empresas chinesas, com foco em ampliar a cooperação bilateral. Como resultado, os encontros ampliam o diálogo institucional e reforçam o interesse de multinacionais em manter e expandir operações no país.

Nesse contexto, os dados de 2025 mostram crescimento do investimento estrangeiro em setores estratégicos da economia chinesa. O investimento da Coreia do Sul na indústria manufatureira da China cresceu 14,1% em relação a 2024. Já o Canadá ampliou em 11,7% seus aportes em indústrias de alta tecnologia. A Finlândia elevou em 21,7% o investimento na manufatura chinesa, enquanto o Reino Unido registrou alta de 15,9% no volume aplicado no país.

Ao mesmo tempo, levantamentos do Conselho Empresarial Canadá–China, da Câmara de Comércio da União Europeia na China, da Câmara Britânica de Comércio na China e da Câmara Americana de Comércio na China indicam que a maioria das multinacionais mantém a China entre seus principais destinos de investimento. Os relatórios apontam que as empresas preservam operações no país e planejam novos aportes no médio e longo prazo.

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