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Remy Sharp
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Biden diz que EUA 'não abandonará' Ucrânia após acordo para evitar paralisação do governo

Biden destacou que existe uma "sensação avassaladora de urgência" para fazer com que o Congresso aprove um novo pacote de assistência à Ucrânia nos próximos dias

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Joe Biden, presidente dos Estados Unidos: "Quero assegurar aos nossos aliados, ao povo americano e ao povo da Ucrânia que podem contar com o nosso apoio" (Bloomberg/Getty Images)

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos: "Quero assegurar aos nossos aliados, ao povo americano e ao povo da Ucrânia que podem contar com o nosso apoio" (Bloomberg/Getty Images)

O presidente Joe Biden prometeu, neste domingo (1º), que os Estados Unidos não abandonarão a Ucrânia, mesmo com a retirada da ajuda a Kiev em um acordo temporário para evitar a paralisação do governo federal, conhecida como 'shutdown'.
"Quero assegurar aos nossos aliados, ao povo americano e ao povo da Ucrânia que podem contar com o nosso apoio", disse Biden em um discurso na Casa Branca. "Não os abandonaremos".

Biden destacou que existe uma "sensação avassaladora de urgência" para fazer com que o Congresso aprove um novo pacote de assistência à Ucrânia nos próximos dias e semanas, enquanto o país enfrenta a invasão russa.

Mais cedo, a Ucrânia já havia informado que trabalha com os EUA depois que o Congresso deixou ajuda a Kiev fora do orçamento.

Acordo para evitar paralisação do governo

Um acordo sobre orçamento alcançado de última hora pelo Congresso no sábado à noite para evitar a paralisação dos serviços federais nos Estados Unidos não incluía qualquer nova ajuda à Ucrânia em tempos de guerra, como parte de um compromisso entre republicanos e democratas.

O democrata Biden criticou os republicanos e pediu ao presidente da Câmara dos Representantes, Kevin McCarthy (republicano), que evite outro drama de paralisação quando este novo acordo de emergência de 45 dias expirar.

"Estou farto e cansado da política de risco", disse Biden, falando no Salão Roosevelt, na Casa Branca. "Essa situação precisa acabar. Não deveria haver outra crise".

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