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De R$ 200 em R$ 200: saque na rede Banco24Horas aumenta 16% em julho

Boa parte do motivo é o auxílio emergencial. Nessa linha, a TecBan, dona dos caixas eletrônicos, está retomando uma antiga conveniência: o saque no varejo

O anúncio do Banco Central de emitir cédulas de 200 reais deixou muita gente surpresa – especialmente agora que o pagamento está mais digital do que nunca, por causa do isolamento social. Mas a demanda por dinheiro em espécie também cresceu, muito em função do repasse do auxílio de 600 reais para autônomos, trabalhadores informais e desempregados. Só em julho os saques na rede Banco24Horas, da TecBan, aumentaram 16%, segundo Luiz Stefani, diretor de autoatendimento da TecBan.

"Nas regiões onde moram pessoas das classes C, D e E, o crescimento foi de 20%", comenta. "Nenhuma solução de pagamento, sozinha, é suficiente para atender uma população continental. É necessário fornecer um cardápio grande de alternativas", diz. De fato, cerca de 5 milhões de usuários usam os 23.000 caixas eletrônicos do grupo todos os dias.

A demanda é tanta que a companhia está resgatando uma antiga conveniência: o saque no varejo. Antigamente, era comum o consumidor dar um cheque com um valor mais alto do que o das compras no supermercado, na farmácia ou até no posto de gasolina e pegar a diferença em dinheiro em espécie. Mas isso acabou caindo em desuso com aumento dos assaltos.

A TecBan está fazendo projetos-piloto nas seguintes cidades: Goiânia (GO), Vila Velha (ES), Natal (RN), Fortaleza (CE), Ipubi (PE), Piracuruca (PI), Itaitinga (CE), Mari (PB), Garrafão do Norte (PA), Santa Isabel do Pará (PA), Centro do Guilherme (MA) e Petrolina (PE). A ideia é depois escalar a operação. "Para a gente, banco, ATM e varejo são momentos diferentes da experiência do usuário, e nosso foco é com 'e' e não com 'ou'", afirma Stefani.

Segundo o executivo, os saques no varejo não terão custo para o usuário final, e parte da remuneração da operação da TecBan será dividida com os varejistas. A ideia é chegar a 100.000 pontos de saque em varejistas – que usa QR Code para aprovar a operação – até o fim do ano, como o que está em teste com a Drogaria Araújo, uma das maiores redes de farmácia de Minas Gerais.

 

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