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Carteira com base em metas: gestora quer mudar lógica de investimento

Carteira montada e gerenciada por algoritmos conforme objetivos da pessoa, o goal based investing, amplia aderência do investidor, prevê Magnetis

Em vez da maior rentabilidade possível em produtos, uma carteira de investimentos montada em cima de objetivos com prazos. O desenvolvimento do mercado brasileiro continua a se refletir no aumento de produtos e serviços à disposição do investidor de varejo. Desta vez, a novidade é o goal based investing, ou investimento com base em metas, na tradução literal. O serviço é lançado pela gestora digital Magnetis, com base em algoritmos que fazem a recomendação de uma carteira com diferentes ativos para o investidor. Ganha pouco, mas gostaria de começar a guardar dinheiro e investir? Aprenda com a EXAME Academy.

"É uma solução que torna o investimento mais tangível para o cliente. Fizemos testes desde o início do ano e eles mostraram uma aderência maior dos clientes ao plano de investimentos", afirma Luciano Tavares, fundador e CEO da Magnetis. Segundo ele, dispor de informações sobre os valores necessários, por exemplo, para custear a faculdade do filho ou fazer uma viagem deixa as pessoas mais disciplinadas para alcançar as metas.

Embora rara ou até então inédita no país, a ferramenta é comum nos Estados Unidos, sendo oferecida, por exemplo, por corretoras independentes como a Charles Schwab.

A montagem da carteira é feita por algoritmos, que levam em conta desde o perfil de risco do investidor -- premissa no mercado -- até os objetivos de valor acumulado e de prazos para que isso aconteça. O modelo proprietário -- ou seja, com desenvolvimento próprio -- monta então uma carteira que busque ampliar a probabilidade de que a meta seja objetiva, ajustada ao risco. E faz o acompanhamento das condições de mercado.

Tavares diz que o modelo vai apontar também a impossibilidade ou baixa probabilidade de conquista de certos objetivos caso o valor desejado seja muito alto diante de um volume investido mais baixo ou mesmo de prazos curtos demais. "O investidor será levado a uma expectativa mais realista do que será possível alcançar ou não", afirma o gestor. Em situações assim, explica, caberá ao investidor abandonar o objetivo, alongar o prazo ou decidir -- caso tenha condições de fazê-lo -- aumentar os valores aportados.

O serviço estará disponível na Magnetis para investimentos a partir de 1.000 reais, que é o valor mínimo de aplicação da gestora. A Magnetis, que funciona no modelo fiduciário (fee based, em inglês) e é remunerada com uma taxa única de 0,6% ao ano sobre o valor investido, não cobrará pela ferramenta. A expectativa é que mais de dois terços da atual base de cerca de 7.000 clientes -- cujo patrimônio sob gestão chega a 500 milhões de reais --  decida aderir ao goal based investing em um período de doze meses.

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