Caixa vai financiar custos com cartório e ITBI no crédito para imóveis

Banco também vai oferecer o registro eletrônico de imóveis em parceria com mais de 1.500 cartórios

A Caixa anunciou nesta quinta-feira (2) que passará a financiar custos cartorários e com ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) para quem deseja contratar o crédito imobiliário no banco.

Os custos serão incluidos no próprio financiamento do imóvel, diluídos nas parcelas. Os valores são relevantes: podem variar entre 2% a 5% do valor do imóvel, conforme região.

A medida contempla tanto imóveis adquiridos com crédito pelo SBPE quanto oriundos do FGTS. O limite das custas financiáveis é de 5% sobre o valor financiado pelo cliente para operações contratadas com recursos SBPE e, com recursos do FGTS, o limite é de 4%.

O valor total do contrato do cliente (valor relativo à compra do imóvel + financiamento das custas cartorárias e ITBI) deve estar dentro dos limites aprovados, observando a capacidade de pagamento e o valor máximo permitido para o programa em que o mutuário se enquadra.

O objetivo, segundo Pedro Guimarães, presidente do banco, é dar uma folga ao orçamento dos mutuários. Com o fólego, as famílias poderão mobiliar a unidade, por exemplo. A expectativa é que a medida signifique uma liquidez de R$ 2,4 bilhões no orçamento das famílias no segundo semestre do ano.

Outra medida anunciada pelo banco é o registro eletrônico de imóveis, que deve reduzir o tempo para registro da unidade de 45 dias para cinco dias, auxiliando no fechamento do negócio. A plataforma do banco tem parceria com 1.356 cartórios. A medida, contudo, só é válida para contratos vinculados a empreendimentos financiados no banco.

A Caixa já havia anunciado a carência de pagamento de seis meses para a primeira parcela do financiamento do imóvel feito no banco. A medida continua em vigor.

Mesmo após a pandemia o banco aponta que aumentou em 20% a liberação de crédito para imóveis. Em janeiro de 2019 o banco tinha 24,8% do market share de contratação do crédito imobiliário. Esse número dobrou e subiu para 46,4% este ano.

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