Três motivos para a bolsa continuar a subir (e o que fazer), segundo o UBS

O UBS acredita que os investidores devem aproveitar o momento de instabilidade para se posicionar de modo a ganhar no longo prazo

As bolsas do mundo todo devem apresentar instabilidades no curto prazo, mas os investidores podem se beneficiar do aumento do mercado a longo prazo. A análise é do UBS e foi publicada na última quinta-feira, 8.

O banco argumenta que três principais fatores devem levar instabilidade para as bolsas: a eleição presidencial dos Estados Unidos; o aumento das tensões entre China e EUA; e possíveis lockdowns na Europa devido ao aumento do número de casos de covid-19.

A longo prazo, no entanto, os analistas acreditam que o mercado de ações deverá subir e que os investidores precisam se posicionar adequadamente para se beneficiar da alta.

Veja aqui as recomendações do UBS:

1- Ações mid caps dos EUA

O UBS acredita que os investidores podem ganhar mais se investirem em empresas de nível médio de capitalização em vez de apostarem nas gigantes. “Continuamos acreditando que os ganhos das mid caps vão superar os das large caps no próximo ano”, escreveu a instituição.

2- Ações de mercados emergentes

Após uma década de baixo desempenho, as “stock value” devem alcançar seus pares nos mercados emergentes em meio a uma recuperação cíclica, disse o UBS. Para o banco, em um cenário de baixa taxa básica de juros, essas ações oferecem dividendos atraentes.

3 – Ações britânicas

O UBS acredita que a recuperação da economia global no pós-pandemia e um aumento nos preços do petróleo poderiam ajudar a impulsionar as ações do Reino Unido. Além disso, o banco acredita que um acordo favorável do Brexit é provável, o que valorizaria os papéis do país. “O mercado do Reino Unido é um dos mercados desenvolvidos mais baratos em nosso universo e está sendo negociado com um desconto de 30% para o índice MSCI AC World, em comparação com uma média de 10 anos de 10%”, afirmou o UBS.

4 – Marcas de consumo global

Com governos do mundo todo distribuindo auxílios, que não estão sendo gastos com viagens e lazer, o consumo de bens duráveis aumentou. “Vemos as marcas de consumo global como as principais beneficiárias de um ambiente de consumo cada vez melhor”, escreveu o UBS.

 

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