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Ibovespa fecha em alta de 0,31% amparada por Vale

O noticiário político ainda tranquilo e a agenda de indicadores mais vazia favoreceram movimentos contidos e algumas trocas de sinal ao longo do pregão

São Paulo - O principal índice da Bovespa fechou os negócios desta terça-feira em alta, engatando o sexto pregão no azul, tendo as ações da Vale entre as principais influências positivas, enquanto JBS liderou a ponta negativa após resultado trimestral.

O Ibovespa subiu 0,31 por cento a 68.684 pontos. O volume financeiro somou 9,06 bilhões de reais.

O noticiário político ainda tranquilo e a agenda de indicadores mais vazia favoreceram movimentos contidos e algumas trocas de sinal ao longo do pregão, que viu o índice subindo 0,46 por cento no melhor momento do dia, enquanto na mínima perdeu 0,51 por cento.

Para operadores, a tendência para o Ibovespa, que acumula alta de 4,82 por cento em seis pregões, segue de alta após o fim da temporada de balanços, em meio a uma perspectiva mais otimista quanto ao avanço da reforma da Previdência no Congresso Nacional e com aumento nas apostas de um corte mais agressivo da taxa básica de juros.

"Ainda estamos diante de um cenário positivo, com fluxo a favor, e uma ou outra queda é apenas um movimento técnico", disse o analista da Clear Corretora Raphael Figueredo.

Destaques

- VALE PNA subiu 3,22 por cento e VALE ON avançou 2,29 por cento, em linha com os futuros do minério de ferro na China.

- USIMINAS PNA ganhou 2,51 por cento e GERDAU PN teve alta de 3,71 por cento, também na esteira dos ganhos nos futuros do minério de ferro e do aço na China.

- CSN ON subiu 1,17 por cento, com o desempenho mais contido do setor de siderurgia, após informar que não entregará resultados financeiros auditados do primeiro trimestre no prazo regulamentar e apresentar apenas alguns dados preliminares não auditados. Analistas do BTG Pactual mantêm recomendação de venda para o papel.

- QUALICORP ON avançou 5,48 por cento, entre as maiores altas do Ibovespa, levando a alta acumulada no ano para quase 50 por cento. O tom positivo ganhou mais impulso no fim da semana passada, após o balanço trimestral que levou analistas do Credit Suisse a elevarem o preço-alvo da ação de 26 para 30 reais.

- SABESP ON liderou os ganhos do índice e subiu 6,81 por cento, devolvendo as perdas da véspera. Segundo operadores, a reação negativa na segunda-feira ao anúncio sobre estudos para capitalização da empresa de saneamento, que prevê a transferência das ações sob titularidade do Estado para uma nova holding, foi exagerada e ofuscou os dados do primeiro trimestre da Sabesp.

- JBS ON caiu 8,62 por cento, após divulgar seu resultado do primeiro trimestre. A empresa teve lucro líquido consolidado de 486 milhões de reais no primeiro trimestre, após prejuízo de 2,64 bilhões de reais um ano antes. Para analistas do Santander, o resultado foi misto, com o forte desempenho das operações internacionais, principalmente da unidade US Beef, sendo ofuscado por outra performance fraca na América do Sul. Já a equipe do Itaú BBA cortou a recomendação das ações da JBS, citando não ver razões para comprar os papéis neste momento, apesar do preço atrativo.

- WEG ON perdeu 4,51 por cento, também entre os destaques negativos do Ibovespa. O papel interrompeu cinco pregões de altas após o JPMorgan cortar a recomendação para "neutra", ante "overweight", dizendo que o papel não deve subir muito mais após o rali deste ano. Apesar da queda deste pregão, a ação acumula alta de 26,77 por cento em 2017.

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