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Ibovespa fecha em alta de mais de 2% com vencimento de opções e Copom

Mercado espera novo corte de juros de 0,75 ponto percentual; decisão será divulgada pouco após o fim do pregão, às 18h

A bolsa brasileira fechou em alta, nesta quarta-feira, 17, tendo no radar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa do mercado é a de que seja feito um novo corte de 0,75 ponto percentual, que levaria, a taxa básica de juros para 2,25%, renovando a mínima histórica.  O Ibovespa, principal índice de ações, subiu 2,16% e encerrou em 95.547,29 pontos.

“A perspectiva de corte de juros corrobora para a tese de migração para renda variável”, disse Rodrigo Marcatti, sócio da Veedha Investimentos. Além da decisão, o mercado também aguarda pistas sobre os próximos passos da política monetária. Com o cenário de inflação baixa e atividade econômica, parte do mercado já vê a taxa Selic abaixo dos 2% até o final do ano.

Nesta quarta, o Ibovespa avançou mais do que os principais índices acionários do mundo, que tiveram um dia misto. Segundo Bruno Lima, analista de renda variável da Exame Research, isso se deve a um movimento técnico. "Isso é fluxo de vencimento de opções do Ibovespa. O movimento acelerou depois das 14h, que é justamente quando acaba o exercício", disse. Nesse período, o índice chegou a subir mais de 3%.

"Havia uma pressão compradora de quase 30.000 contratos do Ibovespa, que é volume bem relevante.  Eu diria que uns 70% desse movimento de alta foi técnico", disse Marcatti.

Também esteve no radar dos investidores o plano do ministro da Economia, Paulo Guedes, de privatizar quatro estatais ainda este ano. Entre elas estão a Eletrobras, os Correios, o Pré-Sal Petróleo S.A e o Porto de Santos. Mas, de acordo com Lima, o efeito foi maior nas ações da Eletrobras, que subiram 10%, do que na alta do Ibovespa. "Essa promessa já é velha."

O movimento da bolsa brasileira foi contrário ao do principal índice americano, o S&P 500, que caiu 0,36% em meio à maior cautela sobre a possibilidade de uma segunda onda de contaminação, após novos casos de coronavírus em países asiáticos que já haviam atingido maior controle sobre a doença do que os americanos. Em Pequim, escolas voltaram a ser fechadas, após serem registrados 137 infectados desde quinta-feira.

"A segunda onda é algo que não vai dar para conter. O número de casos na China ainda é pequeno. Muito provavelmente não vai ter lockdown", disse Marcel Zambello, analista da Necton Investimentos.

Nos Estados Unidos, o ritmo de contaminação do vírus voltou a crescer, após os estados americanos colocarem em prática processos de reabertura. Na terça-feira, seis estados tiveram recordes de infectados pela doença. No entanto, autoridades econômicas do país, como o secretário do Tesouro, Ssteven Mnuchin, e o direto do Conselho Econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, já descartaram um novo lockdown.

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