DIs acompanham alta do dólar após dados dos EUA

Às 9h37, o DI para janeiro de 2017 tinha taxa de 11,56%, de 11,51% no ajuste de ontem

São Paulo – Dados divulgados nesta terça-feira, 17, nos Estados Unidos estamparam um viés negativo nos mercados nos últimos minutos. Os juros futuros mais longos, que estavam perto da estabilidade, passaram a subir levemente na esteira da alta do dólar ante o real.

Às 9h37, o DI para janeiro de 2017 tinha taxa de 11,56%, de 11,51% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2021 marcava 12,02%, na máxima, de 11,92% no ajuste de segunda-feira, 16.

O dólar à vista no balcão subia 0,18%, a R$ 2,2400, na máxima. O futuro para julho ganhava 0,16%, a R$ 2,2470.

A inflação ao consumidor nos EUA, o CPI, subiu 0,4% em maio ante abril, acima de previsão de alta de 0,2%. As permissões de novas obras recuaram 6,4% em maio, bem pior que a previsão de baixa de 1,9%.

Os investidores também ficam até a quarta-feira, 18, em compasso de espera pela decisão de política monetária do Federal Reserve, e pela coletiva da presidente da instituição, Janet Yellen.

Na Alemanha, o índice ZEW de expectativas econômicas caiu pelo sexto mês consecutivo, a 29,8 em junho, de 33,1 em maio, contrariando a previsão de alta para 35,1. Porém, o subíndice de condições atuais avançou a 67,1 neste mês, de 62,1 em maio.

Já a indústria automotiva da Europa teve crescimento pelo nono mês consecutivo. E os registros de novos veículos cresceram 4,5% em maio na comparação ao mesmo período do ano passado, a 1,09 milhão de veículos, no segundo menor número de vendas de carros para o mês da série histórica, iniciada em 2003.

Nos primeiros cinco meses deste ano, os registros cresceram 6,9%.

Em tempo: A Ucrânia recebeu 500 milhões de euros (US$ 677 milhões) em ajuda da União Europeia nesta terça-feira. O montante faz parte de um pacto de 1,6 bilhão de euros em auxílio macro financeiro para o país.