Carteira de ações EXAME Research aposta em papéis do setor financeiro

Carteira acumula alta de 44% desde abril, acima do Ibovespa; para outubro, casa de análises da EXAME incluiu papéis de Bradesco e BB Seguridade

Assim como no mês passado, quando o Ibovespa caiu 4,8%, não se descarta que o mercado financeiro continue a registrar uma alta volatilidade em outubro. Por conta disso, a EXAME Research mantém sua estratégia de diversificação balanceada entre ativos de crescimento e ativos de valor em sua carteira de ações recomendadas para o período. Para isso, reforçou a diversificação no setor financeiro, incluindo papéis do Bradesco e da BB Seguridade.

A carteira da EXAME Research continua a apresentar melhor performance do que o Ibovespa. Em setembro, teve queda de 3,3%, menor do que a baixa de 4,8% do Ibovespa. Desde sua criação em abril até o fechamento de setembro, a carteira se valorizou em 43,7%, muito acima dos 27,72% acumulados pelo Ibovespa.

Apesar do fato de que os bancos têm sofrido bastante devido ao aumento de provisões que foi realizado por conta das incertezas da pandemia, Bruno Lima pondera que esse foi um fenômeno global. No Brasil, os bancos sofreram mais por questões fiscais do país, que acabam gerando aversão a risco por parte dos investidores. Contudo o último dado do Banco Central aponta que provisões do sistema financeiro começaram a cair na margem. “Tendência ou efeito pontual? A conferir”, diz o analista em relatório.

Ponderando esses riscos, Lima acredita que o valuation do Bradesco parece assimétrico, e parece improvável que o Retorno sobre Patrimônio Líquido (RoE) se sustente em níveis baixos. “A partir de algumas premissas chegamos à conclusão que BBDC4 está sendo negociado com RoE um pouco acima do reportado no segundo trimestre. De forma conservadora, estamos utilizando um RoE de longo prazo, que oferece um preço-alvo de R$ 26,65 para a ação.”

Sobre a inclusão da BB Seguridade na carteira, o analista aponta que está confiante que a curva de comercialização de produtos de previdência e capitalização deve recuperar mais forte a partir de agora, o que deve resultar em um bom segundo semestre. “Além disso, payout mais alto (no 1º semestre de 95%) oferece um belo retorno via dividendos para próximos períodos”.  

A premissa tem como base os dados referentes a julho divulgados pela Susep, órgão regulador de seguros. No período, todas divisões de negócios apresentaram aceleração. Caso o resultado do mês fosse anualizado, a companhia pode lucrar R$ 1,2 bilhão de reais no terceiro trimestre, o que representa um aumento de 15% comparado ao segundo trimestre de 2019.

Apesar de a aceleração do IGPM desacelerar esse lucro, Lima considera que ele ainda seja expressivo.  “Isso faz com que o papel esteja extremamente descontado no patamar atual.”

 

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