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Bolsa interrompe sequência de recordes

Ibovespa vinha de três recordes de fechamento seguidos

São Paulo - O Ibovespa encerrou a sequência de três recordes consecutivos, nesta sexta-feira (20), ao fechar em queda de 0,01%, em 115.121,08 pontos. Na semana, o índice subiu 2,27%.

Nos primeiros minutos do pregão, a Bolsa chegou a registrar a maior pontuação da história ao bater 115.170,58 pontos. Porém, logo em seguida, o Ibovespa entrou em queda e permaneceu no vermelho por praticamente todo o pregão. Nos instantes finais, o índice engatou um movimento de alta e terminar o dia praticamente estável.

Pela manhã, o IPCA-15 (índice de preços ao consumidor amplo),  referente à primeira quinzena de dezembro, apontou para uma inflação de 1,05% no período. Embora tenha sido acima do esperado pela média do mercado, o economista-chefe do banco digital Modalmais, Álvaro Bandeira, disse que o resultado teve pouca influência sobre as negociações na Bolsa. 

“Tem certa preocupação com o repique da inflação, mas teve nada de novo”, comentou. Na quarta-feira (19), a prévia do IGP-M de dezembro já apontava para uma maior inflação em dezembro.  

Segundo o economista a queda foi marcada pela realização de lucro dos ganhos de curto prazo. “A Bolsa vinha de recorde atrás de recorde. Já subiu mais de 6% em dezembro e acumula alta de 30% no ano”, justificou.

Com a aproximação do fim do ano, o economista espera por menos negociações nas próximas duas semanas, o que afasta a possibilidade de grandes variações. “Acho que não vai ter alta forte”, comentou.

O destaque do pregão de hoje (20) ficou com os papéis da Vale, que subiram 1,46% e impediram uma queda mais acentuada do Ibovespa. A alta ocorreu após o conselho de administração da empresa aprovar juros sobre capital próprio (JCP) de 1,414 real por ação, totalizando 7,25 bilhões de reais. Com isso, as ações da Vale recuperaram o valor de antes da tragédia de Brumadinho. 

Na outra ponta, os papéis da Marfrig voltaram a se desvalorizar e caíram mais 2,37%. Na semana, a ação registrou o pior desempenho do Ibovespa, com depreciação de 13,02%. Parte dessa queda se deve à venda da participação da BNDES no frigorífico, o que resultou em uma forte oferta de papéis no mercado.

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