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Ações do Noble despencam após acordo para reestruturar dívida

Pelo acordo proposto, o capital de seus atuais acionistas seria quase totalmente diluído

Cingapura - As ações do Grupo Noble despencaram mais de 11 por cento nesta terça-feira depois que o operador de commodities, que passa por uma crise, propôs um acordo pelo qual o capital de seus atuais acionistas seria quase totalmente diluído, enquanto a empresa reestruturada ficaria com dívidas muito menores.

Listado em Cingapura, o Grupo Noble, que tinha ambições de rivalizar com os gigantes globais de commodities, como Glencore e Vitol, encolheu para suas raízes asiáticas, lidando com commodities como o carvão e possuindo frete e negócios de gás.

Isso se segue a três anos tumultuados em que a empresa sediada em Hong Kong cortou empregos e vendeu ativos, alguns com perdas.

"Essa troca de dívida por capital é algo que já deveria ter sido feito há muito tempo", disse Justin Tang, diretor de análises na Ásia da United First Partners, um grupo de investimento e de assessoria em situações especiais.

A Noble disse que fechou um acordo de reestruturação com uma holding recém-criada para cerca de 30 por cento de seus títulos sêniores e empréstimos, o que reduziria à metade sua dívida sênior, para 1,7 bilhão de dólares. Donos de títulos perpétuos receberão uma oferta de 15 milhões de dólares, ou menos de 4 por cento do valor de face.

Os credores terminariam como donos de 70 por cento da companhia reestruturada, a administração ficaria com até 20 por cento e os atuais acionistas ficariam com apenas 10 por cento.

Após a proposta, a S&P cortou a nota de crédito corporativo de longo prazo da Noble para "CC", de "CCC-", com perspectiva negativa. A Moody's cortou o rating para Ca, ante Caa3 anteriormente.

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