Ação da Oi dispara com nova proposta e chega a 365% de alta em 4 meses

Consórcio formado por TIM, Vivo e Claro tenta voltar ao jogo e analistas veem possível leilão por ativos móveis

As ações da Oi abriram em forte alta, nesta terça-feira, 28, após o consórcio formado por TIM, Vivo e Claro aumentar a proposta pelos ativos móveis para 16,5 bilhões de reais, superando a oferta da Highline. Os papéis, que chegaram a subir ainda mais após o jornal O Globo notiicar que executivos da Highline estudam uma contraproposta, fecharam em alta de 15,82%, cotados a 2,05 reais.

“Mais uma notícia positiva para a Oi. Vamos ver como a Highline se posiciona, mas tudo aponta para um leilão que tende a favorecer os acionistas da Oi”, afirmou Bruno Lima, analista de renda variável da Exame Research.

As ações da Tim e Telefônica, controladora da Vivo, tiveram respectivas altas de 2,20% e 2,11%, com a renovada expectativa de que saiam vencedoras da disputa pelos ativos da Oi.

Gustavo Bertotti, economista da Messem, ressalta que além da aquisição, a compra dos ativos móveis pelo consórcio também representa uma menor concorrência no setor. “Para o consumidor não é bom, já que o oligopólio fica menor. Mas a Vivo e a TIM vão poder aumentar significativamente a receita. Agora resta saber se vão conseguir, já que a Highline tem acordo com a Oi para negociar os ativos com exclusividade”, comentou.

A venda da parte móvel é considerada fundamental para o processo de desalavancagem da Oi. Desde que o consócio formado por TIM, Vivo e Claro oficializou a primeira proposta pelos ativos da companhia, no fim de semana retrasado, os papéis da Oi chegaram a subir 69,4%. Desde a mínima do ano, de 23 de março, as ações já subiram 365%.

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