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À espera dos planos de Bolsonaro: investidores mais pés-no-chão?

Internamente, a preocupação é como será, de fato, um governo Jair Bolsonaro. No exterior, as dúvidas se concentram na economia americana

Muitos investidores se mostraram favoráveis a Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial. Ainda que o otimismo continue, passadas as eleições, os riscos – domésticos e externos – devem prender mais a atenção do mercado financeiro a partir desta segunda-feira. Nos últimos dois meses, o favoritismo de Bolsonaro levou índice Ibovespa a subir 11%.

Internamente, o maior ponto de preocupação é como será, de fato, um governo Jair Bolsonaro. Como houve pouquíssima discussão sobre suas propostas, a dúvida é o que ele fará de fato a partir de janeiro. “O próximo governo tem uma bomba a desarmar no campo fiscal, um desafio na área social e a necessidade de formar um governo e uma base de apoio no Congresso. Não é pouca coisa”, diz Glauco Legat, analista-chefe da corretora Spinelli.

A expectativa de analistas e gestores é que Bolsonaro comece a deixar suas propostas mais claras e que anuncie parte de sua equipe nos próximos dias.

Lá fora, um dos principais temores é o risco de o ciclo de crescimento da economia americana estar perto do fim. Esse medo fez as bolsas mundiais caírem na semana passada. Outro é a desaceleração da China, cuja economia pode ser prejudicada pela guerra comercial com os Estados Unidos. Na sexta-feira, as ações terminaram uma semana de fortes quedas, zerando o ganho do início do ano.

Se os primeiros sinais de Bolsonaro forem positivos, os investidores podem relevar os riscos externos e comprar mais ações aqui, dizem os analistas. A temporada de balanços financeiros, em pleno vapor aqui e nos Estados Unidos, também pode ajudar a trazer novas doses de otimismo para o mercado. Na comparação com outros países emergentes, um Brasil prestes a, finalmente, adotar medidas de ajustes fiscal pode ser uma boa opção de investimento.

Por enquanto, porém, estamos apenas na fase da expectativa.

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