10 notícias para lidar com os mercados nesta segunda-feira

No Brasil, economistas pioram projeção de inflação para 2013 e 2014; nos Estados Unidos, FMI diz que vai elevar previsão de crescimento

São Paulo – Veja o que você precisa saber nesta segunda-feira.

1. Economistas pioram projeção de inflação para 2013 e 2014

O Boletim Focus divulgado hoje mostrou que os economistas de instituições financeiras elevaram levemente a perspectiva para a inflação neste ano e em 2014, mantendo ao mesmo tempo a projeção para a Selic em 2014 em 10,5%. Os economistas pioraram a projeção para o IPCA neste ano a 5,72%, ante 5,70% na semana anterior, e para 2014 passaram a ver o indicador a 5,97%, ante 5,95%.

2. FMI diz que vai elevar previsão de crescimento dos EUA

Já nos Estados Unidos, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia daquele país irá crescer a um ritmo mais rápido no próximo ano, devido aos dados econômicos positivos e a alguns sinais de comprometimento no Congresso, segundo afirmações da chefe do FMI, Christine Lagarde, neste domingo.

3. Copa e Olimpíada adicionam 2 pontos à inflação, diz BC

Pelos cálculos do Banco Central, a Copa do Mundo de futebol e as Olimpíadas vão adicionar cerca de dois pontos porcentuais ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre 2007 e 2017. O período considera que o efeito sobre os preços começa no ano do anúncio de que o Brasil sediará a Copa, sendo desinflacionário até 2010 e puxando a inflação para cima a partir de 2011. Os cálculos do BC são baseados em estudos internacionais que utilizam dados sobre 179 países entre 1948 a 2012.

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4. Praet alerta Itália sobre possível saída da zona do euro

Para o economista-chefe do Banco Central Europeu, Peter Praet, a Itália deve abandonar as conversas em relação a uma possível saída da união monetária da Europa. De acordo com pesquisas recentes, movimentos políticos que exploram a retórica contrária ao euro poderiam ganhar o apoio de até metade dos eleitores italianos.

5. Ações asiáticas fecham em alta apesar de mercado da China

Hoje, os mercados na Ásia fecharam cautelosamente em alta puxadas pelos recordes em Wall Street, embora o aperto de crédito na China tenha criado alguma incerteza ao aumentar a pressão sobre as moedas dos mercados emergentes. O índice mais amplo da MSCI de ações da Ásia menos o Japão subia 0,5%.

6. Cade aprova operação entre Eletrosul e Telebras

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, o ato de concentração entre a Eletrosul e a Telebras para compartilhamento de infraestrutura.

7. Queiroz Galvão diz que OGX é devedora no bloco BS-4

A Óleo e Gás Participações, ex-OGX, deixou de pagar 73 milhões de reais relativos a sua participação no bloco BS-4, na Bacia de Campos, informou a Queiroz Galvão Óleo e Gás, operadora e parceira da petroleira de Eike Batista na área exploratória. A QGEP relatou a inadimplência da sócia à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de acordo com comunicado divulgado ao mercado na sexta-feira.


8. Gol tem yield 12% maior em novembro

A companhia aérea GOL registrou alta de 12% no indicador que mede preços de passagens (yield) em novembro, enquanto apresentou novo crescimento na receita por passageiro. O yield de novembro ficou entre 26 centavos e 26,5 centavos de real, com avanço também sobre outubro quando ficou entre 22,5 centavos e 23 centavos de real.

9. Vale levanta US$ 5,2 bi no ano com venda de ativos

A venda de ativos da Vale em 2013 supera em mais de três vezes o valor registrado com desinvestimentos ao longo de 2012. A empresa termina o ano mais enxuta, após levantar 5,2 bilhões de dólares com a venda de cinco operações consideradas não estratégicas e fora de seu principal negócio: o minério de ferro. No ano passado, a companhia arrecadou 1,47 bilhão de dólares ao se desfazer de operações.

10. Sete Brasil recebe adianta obras de sondas para Petrobras

A empresa Sete Brasil, criada para fornecer sondas de perfuração para a região do pré-sal, vai receber em janeiro o primeiro casco para a construção de uma das 28 unidades que serão afretadas à Petrobras, que tem contrato de 75 bilhões de dólares com a empresa para ser realizado em 20 anos.

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