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Preços de imóveis usados voltam a crescer

Após queda durante dois meses, em São Paulo, preços de imóveis usados voltam a crescer

São Paulo - Depois de dois meses de queda, os preços dos imóveis usados e do aluguel residencial deram um salto em julho no Estado de São Paulo. A variação média foi 36,44% em relação a junho, maior percentual desde setembro do ano passado. As vendas de casas e apartamentos foram 13,53% maiores que as de junho e a locação de imóveis residenciais cresceu 26,06%.

Os números foram apurados em pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Crecisp) com 1.478 imobiliárias de 37 cidades, incluída a Capital. Os valores levantados mensalmente compõem o índice estadual de preços de imóveis usados e aluguéis residenciais (IEPI-UR/Crecisp), cuja variação, em julho, foi de 36,44%.

"Compradores e locatários aproveitaram as férias para fechar negócio e mudar de imóvel, o que pressionou o conjunto dos preços", afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Crecisp. "Mas essa pressão não tem origem apenas em decisões pontuais, ela é, na verdade, decorrente do déficit histórico de moradias do Estado e do País", acrescenta. Só este ano, até julho, o índice Crecisp acumula alta de 36,7%.

As 1.478 imobiliárias consultadas alugaram em julho 3.057 imóveis, o que fez o índice de locação evoluir de 1,6407 em junho para 2,0683 em julho. Essa alta de 26,06% no número de casas e apartamentos alugados reflete o bom desempenho da locação nas quatro regiões que compõem a pesquisa estadual do CRECISP: Capital (+ 40,6% na comparação com junho), Interior (+17,24%), Litoral (+ 27,48%) e as cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (+ 22,94%).

Os aluguéis de até R$800,00 predominaram em três das quatro regiões: Interior (58,66% do total de novas locações), Litoral (58,24%) e a região formada pelas cidades do A, B, C, D mais Guarulhos e Osasco (61,38%). Na Capital, aluguéis de até R$1.200,00 responderam por 52,86% das locações de julho.

Casas foram mais alugadas (1.659) que apartamentos (1.398) e o fiador continuou sendo a forma preferencial de se dar garantia ao dono do imóvel em caso de inadimplência do inquilino. A pesquisa CRECISP constatou que ele esteve presente em 82,15% dos contratos formalizados no Interior, em 50% dos contratos do Litoral, em 48,3% na Capital e em 44,58% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.

O maior valor de aluguel encontrado pela pesquisa Crecisp em julho foi de R$ 12 mil por apartamentos de quatro dormitórios, na região central de Bertioga. O menor valor de um aluguel - R$150, foi o de casa de um dormitório em bairros periféricos de Araraquara.

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