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Especialista em Direito Imobiliário
Publicado em 13 de setembro de 2026 às 08h00.
Resposta de Marcelo Tapai, advogado especialista em direito imobiliário: É muito comum que uma família adie o inventário depois da morte de um dos pais, principalmente quando o cônjuge sobrevivente continua morando no imóvel e acredita que o assunto pode ser resolvido mais adiante. Mas essa decisão costuma gerar dificuldades para todos os herdeiros.
O inventário é o procedimento que regulariza a transferência dos bens para quem tem direito à herança. Quanto mais tempo ele demora para ser feito, maiores podem ser os problemas, como dificuldade para vender imóveis, regularizar documentos e até o pagamento de encargos decorrentes da demora.
Embora nem sempre exista a obrigação de uma única pessoa iniciar o inventário sozinha, deixar essa responsabilidade para o futuro raramente é a melhor escolha. Quanto antes a situação for regularizada, menor tende a ser o risco de conflitos e complicações para toda a família.
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