Listening Club: espaço instalado na área VIP do evento combina curadoria musical, discotecagem em vinil, estrutura acústica e hospitalidade para clientes Personnalité e Private (Divulgação)
Repórter de Marketing
Publicado em 19 de agosto de 2026 às 13h37.
Última atualização em 21 de agosto de 2026 às 10h04.
RIO DE JANEIRO* — Para celebrar 25 anos de parceria com o Rock in Rio, o Itaú leva ao festival uma experiência inspirada nos listening bars, formato que prioriza a escuta musical imersiva. Chamado Listening Club, o espaço será instalado na área VIP do evento e combina curadoria musical, discotecagem em vinil, estrutura acústica e hospitalidade para clientes Personnalité e Private.
De acordo com Rodrigo Montesano, superintendente de experiências e conexões de marca do Itaú Unibanco, o formato para a ativação foi pensado para atrair diferentes públicos.
"Há dias do festival em que o lineup atrai um público mais jovem, que geralmente vai acompanhado dos pais. Esses pais podem passar pelo Listening Club e aproveitar um momento de imersão musical com outras trilhas. Também entendemos que esse formato vem crescendo bastante em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, e que um público que já frequenta listening bars vai querer conferir o nosso espaço", comenta o executivo à EXAME.
As raízes dos listening bars estão nos jazz kissas, cafés japoneses que surgiram no país no fim dos anos 1920 e ganharam força no pós-guerra. Equipados com sistemas de som que seriam inacessíveis para uso doméstico, esses espaços começaram a atrair um público interessado não apenas no café, mas na experiência sonora, especialmente para ouvir jazz.
Com o tempo, além dos cafés surgiram bares com a mesma estrutura dedicada às experiências musicais, originando os chamados listening bars. Além dos equipamentos de alta qualidade, algumas características definem a categoria, incluindo discotecagem em vinil, ambientes com pouca conversa e uma proposta de experiência coqueteleira e gastronômica original.
É essa estrutura que o Itaú promete reproduzir dentro do Rock in Rio. O projeto foi desenvolvido pelo Esfera Juá, comandado pelas arquitetas urbanistas Amanda Senna e Joana Pacheco, e que desenvolve soluções criativas sob medida para os clientes.
"O espaço funciona praticamente como uma bolha acústica que reduz a interferência do ambiente externo, criando condições para uma audição mais pura. Um lugar assim exige cuidado com muitos detalhes, desde o isolamento acústico até a garantia que nenhum movimento vai impactar agulha no vinil", explica Senna.
O espaço consegue receber aproximadamente 60 pessoas por sessão. A programação ficará a cargo de DJs residentes especializados em discotecagem com vinil, e os sets acompanham a temática musical de cada dia do festival.
Em parceria com a Diageo, o Listening Club também oferece uma carta especial de drinks assinados pelo bartender Tai Barbin. São quatro coquetéis, todos criados especificamente para o Rock in Rio, com nomes associados ao universo dos festivais: Headliner (à base de gin), Primeira Fila (vodka), Backstage (whisky) e Afterglow (tequila). Há ainda dois mocktails, Green Room e Side B.
Montesano destaca que o Listening Club é uma das diversas ações que o Itaú preparou para essa edição do Rock in Rio, que completa 25 anos da parceria entre o banco e o evento. A relação, iniciada em 2001, acompanhou mudanças na maneira como o público consome música ao vivo e, segundo o executivo, levou a uma estratégia que hoje vai além da presença física durante o festival.
"São anos evoluíndo a experiência que oferecemos aos fãs. Começamos com um estande pontual de patrocinador, e hoje temos uma estrutura que, em alguns momentos, funciona como um palco extra. Toda essa evolução sempre foi pensada ao lado da organização do Rock in Rio, encontramos formatos bons para os dois e para o público", destaca Montesano, que complementa:
"Hoje somos um co-host do festival."
O palco mencionado fica no Pavilhão Itaú, espaço criado em 2024 e que retorna neste ano com mais de 1.000 metros quadrados e três andares. No térreo, a Praça Itaú funciona como um espaço aberto que reúne áreas de convivência, pontos de foto, ativações e facilidades como recarga de celular.
No segundo andar, o Piso Pista amplia a relação do banco com a música: com arquibancada, pista e palco, que recebe DJs nos intervalos dos shows e apresentações especiais — nenhum nome do lineup parelelo foi divulgado.
No terceiro andar, o Mirante Itaú Uniclass é dedicado à hospitalidade e à valorização do relacionamento com os clientes, com capacidade para 120 pessoas simultaneamente, vista privilegiada para o festival e experiências exclusivas.
Clientes Itaú Unibanco podem entrar mediante apresentação do cartão e recebem um drink, enquanto clientes Itaú Uniclass têm benefícios adicionais, como um drink extra e fila exclusiva no bar.Duas outras ações tradicionais da marca no festival também estão garantidas: a Roda-Gigante Itaú e os copos colecionáveis. Segundo o banco, a expectativa é distribuir cerca de 100 mil copos durante o evento, com artes criadas pelos artistas Ananda Colaa e Matheus Vieira. Já a roda-gigante deverá receber aproximadamente 6.400 pessoas ao longo dos sete dias.
"Essas são ativações clássicas do Itaú no Rock in Rio. Muitas vezes, a marca não tem que 'inovar a todo custo'. Você só tem que ser consistente e entregar aquilo que o público já associou à sua marca", avalia Montesano.
As maquininhas da Rede serão o meio de pagamento oficial do festival, e clientes do banco poderão receber 10% de cashback em pontos Itaú nas compras realizadas no evento, mediante adesão prévia pelo superapp.
De acordo com o Itaú, em 2024, foram realizadas 2,1 milhões de transações nos pontos de venda da Cidade do Rock, movimentando R$ 72,8 milhões.
O Rock in Rio 2026 acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro.A jornalista viajou a convite do Itaú