Pelé é o garoto-propaganda de campanha da BM&FBovespa

Peça publicitária, que será lançada oficialmente em 8 de setembro, faz parte da campanha da Bolsa para chegar a 5 milhões de investidores em 4 anos

São Paulo - A BM&FBovespa lançará a partir de setembro uma campanha convidando mais pessoas a investirem na Bolsa de valores. Estrelada por Pelé, a principal peça da campanha é um filme que mostra a importância de investimentos a longo prazo, fazendo uma analogia entre a evolução da carreira do ex-jogador com o desenvolvimento de uma empresa.

A campanha faz parte de um pacote de medidas criado pela Bolsa, buscando saltar dos 600 mil investidores atuais para o número de 5 milhões em 2014. Além das peças publicitárias, também será lançado em breve um programa de milhagem para premiar os investidores pessoas físicas com foco em investimentos em ações no longo prazo. A Bolsa vai investir, só neste ano, R$ 25 milhões em publicidade.

A veiculação dos anúncios com Pelé começa em 8 de setembro e, inicialmente, contemplará as cidades de Belo Horizonte, Campinas e Curitiba, abrangendo TV, rádio, jornais e cinema. Em uma segunda fase, terá alcance nacional. A partir de 23 de agosto, teasers nos veículos locais com a pergunta "Quer ser sócio?", dão início ao período de aquecimento da campanha. As peças são criações da DPZ Propaganda.

A campanha parte do princípio de que uma ação é parte de uma empresa e de que quem a adquire se torna sócio dela. Nesse ponto, entra em cena a carreira esportiva de Pelé, com situações de alta e baixa, para ilustrar o desempenho de uma empresa ao longo do tempo.

Também faz parte das medidas da campanha um hotsite com tutoriais sobre investimentos na Bolsa, busca de corretoras e outros conteúdos. O canal estará disponível para acesso a partir de 23 de agosto.

Em 2007, com a mesmo objetivo de atrair investidores pessoa física, a então Bovespa já havia lançado uma campanha chamada POP Bovespa, porém, além de não alcançar grandes resultados no crescimento do número de investidores, o comercial acabou suspenso pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por passar a errônea imagem de que investir na Bolsa seria sempre uma atividade sem riscos.

Para que o mesmo problema fosse evitado na campanha deste ano, a peça publicitária para TV passou antes pela supervisão da CVM, e só então foi considerada adequada para veiculação.

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