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Remy Sharp
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Um cenário econômico e político mais favorável permitiu que os ativos listados em bolsa acumulassem um desempenho positivo do início do ano até agora.

Com dados da inflação abaixo das expectativas e o início do ciclo de corte dos juros, o Ibovespa teve um rendimento de 5,47% entre 1º de janeiro e 1º de setembro.

Mas o que realmente chamou a atenção foi uma carteira de ações em específico, que rendeu 59,14% no mesmo período. Isto é, quase 11 vezes mais que o principal índice da bolsa.

A carteira em questão contém 10 microcaps. Se você não está familiarizado com o termo, trata-se de ações de empresas com baixa capitalização e valor de mercado considerado pequeno, de até R$ 5 bilhões.

A responsável pela seleção dessas microcaps é a Empiricus Research, a maior casa de análise financeira independente do país.

Percebendo que a bolsa de valores dá sinais de um novo bull market, os analistas da casa se anteciparam e selecionaram as ações com maior potencial de multiplicação.

O resultado foi positivo: uma alta de quase 60% na carteira em um ano. Mas o que está por vir pode ser ainda melhor, na opinião deles.

Na sua última reunião, o Copom reduziu a taxa de juros para 13,25% ao ano e o mercado espera que o ciclo de queda continue, ainda que em um ritmo mais lento do que o esperado.

Segundo Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, o ritmo do corte dos juros dependerá da conjuntura econômica brasileira, em entrevista ao Valor Econômico. 

Mas as expectativas ainda são positivas. Os dados do PIB (Produto Interno Bruto), por exemplo, surpreenderam positivamente Campos Neto. O índice apresentou expansão de 0,9% no 2º trimestre, bem acima do esperado. “Foi uma surpresa positiva”, segundo o presidente do BC.

E, se o cenário assim permanecer, as microcaps podem ser, novamente, as ações com as maiores valorizações da bolsa na segunda metade do ano, nas projeções dos analistas.

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Nas últimas vezes que isso aconteceu, essas ações valorizaram até 25.858%

O cenário econômico e político mais positivo já começou a dar resultado para a bolsa. Nos últimos meses, algumas ações surfaram valorizações de mais de 100% com a perspectiva dos juros mais baixos.

Mas essa foi apenas a primeira “pernada” de alta. Com a concretização de uma Selic mais baixa, os analistas esperam que a bolsa vivencie um bull market consistente.

Esse é um fenômeno natural e cíclico, isto é, que tende a se repetir regularmente. Ele nada mais é do que uma alta generalizada dos ativos listados na bolsa, que tendem a passar por valorizações bastante expressivas durante um determinado período.

E essa não é a primeira vez que a bolsa sinaliza um bull market. Historicamente, esse movimento já se repetiu muitas vezes. Geralmente, ele se dá após longos períodos de crise.

Acredito que todos que estão lendo esta reportagem passaram pelas duas crises mais recentes que tivemos no Brasil e no mundo:

  • Em 2008, com a bolha imobiliária dos EUA; e
  • Em 2016, com o impeachment de Dilma Rousseff.

Em ambas as ocasiões, o mercado financeiro estava à beira do abismo com ações a “preço de banana”, empresas falindo e desemprego em massa… 

Mas, curiosamente, sabe o que aconteceu depois? Tanto em 2008 quanto em 2016, após o longo período de incerteza, a bolsa brasileira começou a se recuperar.

Após a crise de 2008, por exemplo, algumas ações da bolsa subiram cerca de 400% em questão de meses com a retomada do mercado. 

O caso mais emblemático da época transformou R$ 5 mil em R$ 1 milhão e 30 mil anos depois. Foi uma multiplicação de 206 vezes o dinheiro investido. Dá para imaginar?

Na crise de 2016, tivemos o caso do Magazine Luiza (MGLU3), que valorizou 25.858% com a retomada da bolsa. Aqui, um investimento de R$ 1 mil poderia ser transformado em R$ 259.580. E, com R$ 4 mil, seria possível se tornar milionário.

É claro que todas essas oportunidades já passaram e lucros passados não são garantia de lucros futuros. 

Só estou te contando isso pois quero que você entenda o tamanho da oportunidade que está surgindo no mercado mais uma vez.

Após passarmos por um período difícil na economia brasileira, com inflação, juros altos, empresas quebrando e demissões em massa, estamos “ensaiando” uma retomada.

Mas não é qualquer ação que vai se dar bem nesse cenário. Na verdade, pouquíssimos papéis estarão expostos ao grau de multiplicação citado acima.

Felizmente, a Empiricus Research já tem nas mãos as ações que mais podem se dar bem e está disposta a compartilhar essas informações com os interessados.

No dia 18 de setembro, a casa de análise vai mostrar como acessar a carteira de 10 microcaps que mais podem valorizar na segunda metade deste ano.

A apresentação da carteira será feita para todos os investidores que se inscreverem na lista de interessados disponível no link abaixo:

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Transmissão gratuita: veja como ter acesso à lista completa de small caps

As 10 small caps selecionadas por Rodolfo Amstalden, da Empiricus Research, foram bastante penalizadas com o ciclo do juro alto, ficaram extremamente baratas e agora podem capturar a nova tendência de alta da bolsa.

Com essas ações na carteira, o analista acredita que pessoas comuns podem mudar de vida financeira com o devido controle de riscos e com uma perspectiva de ganhos possíveis, ancorada em análises bem fundamentadas.

Portanto, se essa oportunidade faz sentido para você, convido-o a se inscrever em uma lista de interessados para conhecer as recomendações do analista.

Pode ficar tranquilo, pois você não gasta nada para se inscrever e ter mais informações sobre essa oportunidade. Depois, você pode decidir se as indicações fazem sentido para o seu patrimônio ou não:

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  • Este conteúdo é apresentado por Empiricus

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