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Walmart planeja demissão em massa pressionado por tarifas de Trump, diz jornal

A empresa anunciou o corte de cerca de 1.500 funcionários nos EUA e a criação de novos cargos. Segundo porta-voz, a decisão não está relacionada às tarifas

Loja do Walmart na Califórnia, nos Estados Unidos: balanço da varejista é termômetro do consumo americano (Yichuan Cao/NurPhoto/Getty Images)

Loja do Walmart na Califórnia, nos Estados Unidos: balanço da varejista é termômetro do consumo americano (Yichuan Cao/NurPhoto/Getty Images)

Publicado em 22 de maio de 2025 às 06h13.

O Walmart informou que deve demitir cerca de 1.500 cargos corporativos em uma reestruturação para reduzir despesas e acompanhar o mercado. 

Na semana passada, a companhia relatou o aumento dos preços de seus produtos para compensar os custos com as tarifas de Donald Trump, o que levou o próprio chefe de estado a criticar a empresa.

Nesta quarta-feira, 21, os executivos anunciaram aos funcionários o "cut off" e a reestruturação de algumas equipes de operações globais de tecnologia, gerência de atendimento ao comércio eletrônico e na Walmart Connect, setor de publicidade, segundo informações do The Wall Street Journal. 

Um memorando interno escrito por dois executivos seniores, segundo o jornal, informou aos colaboradores que “reestruturar nossa estrutura nos permite acelerar como entregamos e nos adaptamos ao ambiente em mudança ao nosso redor”.

Além das demissões, novos cargos serão criados em meio à mudança.

Em nota encaminhada ao jornal norte-americano, o Walmart afirmou que os cortes “refletem um foco nas prioridades de negócios e na nossa estratégia de crescimento, e não estão relacionadas às tarifas”. 

Segundo o jornal, atualmente o Walmart emprega em média 1,6 milhões de trabalhadores nos Estados Unidos, sendo a maioria em suas lojas — e não em cargos corporativos

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