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Os mercados internacionais iniciaram esta quarta-feira,, 29, ainda tendo como pano de fundo as expectativa de que o Federal Reserve (Fed) tenha encerrado o ciclo de alta de juros nos Estados Unidos. Um dos diretores do Fed, Christopher Waller, afirmou na véspera que se sente encorajado pelos primeiros sinais de moderação da atividade econômica. 

Revisão de dados nos EUA

Nesta quarta, investidores deverão repercutir novos dados da economia americana. A grande expectativa é para a primeira revisão dos números do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre. Em sua primeira divulgação, o PIB cresceu 4,9%. Também será divulgada a revisão do Índice de Preço sobre Consumo Pessoal (PCE) do período, que ficou em 2,9% e em 2,4% em seu núcleo. O dado é considerado a principal baliza das políticas monetárias do Fed. 

De tarde, será a vez do livro bege, com perspectivas econômicas do Fed, ser digerida pelo mercado internacional. Sua divulgação está prevista para às 16h.

IGP-M

Por aqui, o principal dado do dia é o Índice Geral de Preço do Mercado (IGP-M) de novembro, que ficou em 0,59%. O consenso era de uma alta de 0,6%.

"O indicador veio em linha com as projeções e não deve alterar a leitura do mercado de cortes na Selic no atual ritmo de 0,5 ponto percentual , contudo dados menos melhores no IPCA-15 divulgado esta semana pode moderar em parte o final do ciclo de juros", escreveu em nota o economista André Perfeito.

Em Brasília, o Senado irá apreciar hoje as propostas envolvendo a taxação de fundos offshore, apostas esportivas e fundos exclusivos. As propostas têm potencial de aumentar a arrecadação do governo.

Vibra recusa fusão com a Eneva

Do lado corporativo, a principal notícia é a recusa, por parte da Vibra, da proposta de fusão com a Eneva. A Eneva havia proposto uma fusão entre iguais, com os acionistas de cada uma das empresas ficando com 50% da nova companhia. A proposta, segundo a Vibra, "é injustificável". "Fica evidente que os termos de troca propostos para a combinação pretendida pela Eneva não possuem qualquer atratividade para os acionistas da Vibra", afirmou a companhia em fato relevante. A fusão, se aceita, formaria a terceira maior empresa de energia do país, atrás apenas de Eletrobras e Petrobras.

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