Unico levanta US$ 100 milhões com aporte liderado pelo Goldman Sachs

A unico agora planeja expandir-se para fora do Brasil, acrescentou, com foco em outras nações latino-americanas.
 (Unico/Exame)
(Unico/Exame)
Carlo Cauti
Carlo Cauti

Publicado em 13/04/2022 às 17:14.

Última atualização em 13/04/2022 às 18:46.

A startup de biometria unico levantou 100 milhões de dólares em uma rodada de investimentos liderada pelo Goldman Sachs, que avaliou a empresa em 2,6 bilhões de dólares.

A nova rodada de financiamento ocorre menos de um ano depois que a unico alcançou o status de unicórnio, como são conhecidas as startups avaliadas acima de 1 bilhão de dólares, depois de levantar 625 milhões de reais (134,21 milhões de dólares) do SoftBank e da empresa de private equity General Atlantic.

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Tanto o SoftBank quanto a  General Atlantic também participaram da nova rodada de financiamento série D.

Conheça a história da unico

A unico foi fundada em 2007 por Diego Martins e Paulo Alencastro com o nome Acesso Digital.

Na época, a empresa tinha o objetivo de ajudar as empresas a digitalizarem os seus documentos e terem acesso a eles na nuvem.

A ideia surgiu após os fundadores perceberem a quantidade de fraude que as empresas sofriam, enxergaram a oportunidade de crescer no mercado de identidade digital.

Em dezembro de 2020, depois de terem recebido o primeiro aporte dos fundos SoftBank e General Atlantic, decidiram mudar de nome para unico, refletindo o novo momento da empresa.

Em agosto de 2021, atingiu US$ 1 bilhão em valor de mercado, tornando-se um unicórnio.

A unico encerrou o ano de 2021 com aumento de 180% em sua receita, expandindo em 230% o número de funcionários - chegando a 1000 pessoas, e fechando um cliente por dia útil.

A empresa estima que mais de R$ 70 bilhões em fraudes foram evitados no ano passado, graças às suas tecnologias.

Expansão na América Latina

A unico agora planeja expandir-se para fora do Brasil, acrescentou, com foco em outras nações latino-americanas.

Segundo o CEO da único, Diego Martins, os primeiros países que a companhia pretende entrar ainda em 2022 será o México e a Colômbia.

Segundo Martins, a empresa está estudando os dois mercados desde o fim de 2021 e a entrada pode acontecer tanto por meio de aquisições quanto por clientes que a empresa já atende no Brasil – companhias como a varejista Mercado Livre, a companhia aérea Latam e o banco Santander são clientes da Unico.

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