• AALR3 R$ 19,75 0.00
  • AAPL34 R$ 74,65 1.01
  • ABCB4 R$ 16,47 -0.42
  • ABEV3 R$ 14,75 1.44
  • AERI3 R$ 4,44 18.40
  • AESB3 R$ 10,73 0.85
  • AGRO3 R$ 31,86 -0.62
  • ALPA4 R$ 21,68 -0.55
  • ALSO3 R$ 19,94 1.27
  • ALUP11 R$ 26,32 0.27
  • AMAR3 R$ 2,40 7.62
  • AMBP3 R$ 29,41 -1.14
  • AMER3 R$ 23,70 2.82
  • AMZO34 R$ 73,23 1.29
  • ANIM3 R$ 5,56 3.35
  • ARZZ3 R$ 82,92 0.52
  • ASAI3 R$ 15,36 -0.78
  • AZUL4 R$ 21,17 2.37
  • B3SA3 R$ 11,30 -1.48
  • BBAS3 R$ 35,58 1.34
  • AALR3 R$ 19,75 0.00
  • AAPL34 R$ 74,65 1.01
  • ABCB4 R$ 16,47 -0.42
  • ABEV3 R$ 14,75 1.44
  • AERI3 R$ 4,44 18.40
  • AESB3 R$ 10,73 0.85
  • AGRO3 R$ 31,86 -0.62
  • ALPA4 R$ 21,68 -0.55
  • ALSO3 R$ 19,94 1.27
  • ALUP11 R$ 26,32 0.27
  • AMAR3 R$ 2,40 7.62
  • AMBP3 R$ 29,41 -1.14
  • AMER3 R$ 23,70 2.82
  • AMZO34 R$ 73,23 1.29
  • ANIM3 R$ 5,56 3.35
  • ARZZ3 R$ 82,92 0.52
  • ASAI3 R$ 15,36 -0.78
  • AZUL4 R$ 21,17 2.37
  • B3SA3 R$ 11,30 -1.48
  • BBAS3 R$ 35,58 1.34
Abra sua conta no BTG

Temor de fuga de investidor estrangeiro abala mercados na China

O temor de que os EUA também poderiam restringir investimentos na China e em Hong Kong foi outro fator de pressão nas negociações no final da tarde na Ásia
 (Reuters/Aly Song)
(Reuters/Aly Song)
Por BloombergPublicado em 27/07/2021 09:32 | Última atualização em 27/07/2021 09:22Tempo de Leitura: 3 min de leitura

A onda vendedora de ações de empresas chinesas na mira do governo de Pequim se espalhou para os mercados de títulos e de câmbio na terça-feira em meio a rumores de que fundos dos Estados Unidos estão se desfazendo de ativos da China e de Hong Kong.

O temor de que os EUA também poderiam restringir investimentos na China e em Hong Kong foi outro fator de pressão nas negociações no final da tarde na Ásia, o que voltou a acelerar as vendas. O índice Hang Seng Tech, um indicador de empresas chinesas listadas em Hong Kong, chegou a cair 10%, enquanto o yuan atingiu a menor cotação desde abril em relação ao dólar. Nem mesmo os títulos chineses escaparam da onda de vendas.

A temporada de balanços já começou. Aprenda a ler os resultados das empresas

A turbulência destaca o impacto da investida regulatória do governo chinês na confiança dos investidores. Operadores temem que as recentes restrições da China aos setores de educação, entrega de alimentos e imobiliário possam se expandir para outros segmentos como saúde em meio ao objetivo do governo de aumentar o controle sobre as big techs e reduzir a desigualdade de riqueza.

Para Terence Wu, estrategista de câmbio do Oversea-Chinese Banking em Singapura, o fato de a onda vendedora ter atingido o yuan sinaliza que o mercado está ainda mais preocupado.

Setores vibrantes

Investidores de alguns dos setores mais vibrantes da China - como tecnologia e educação - sentiram a pressão do governo de Pequim, que tenta controlar empresas privadas sob o argumento de que seriam responsáveis por agravar a desigualdade, aumentar o risco financeiro e desafiar as autoridades. A aparente aceitação de perdas de curto prazo para acionistas em busca dos objetivos socialistas de longo prazo da China é um balde de água fria para investidores.

“A principal preocupação agora é se os reguladores tomarão mais medidas e expandirão a repressão a outros setores”, disse Daniel So, estrategista da CMB International Securities. “Questões regulatórias serão a principal preocupação do mercado no segundo semestre.”

Ações de tecnologia e educação recuaram mais uma vez na terça-feira, enquanto papéis do setor imobiliário também registraram perdas. A ação da Tencent Holdings se desvalorizou 9%, a maior baixa em cerca de uma década. O braço de música da empresa desistiu de direitos exclusivos de streaming e foi multado.

Além disso, a plataforma de rede social WeChat da Tencent suspendeu a inscrição de novos usuários durante a “atualização técnica de segurança”, de acordo com leis e regulamentos relevantes. O papel da Meituan teve queda recorde, de 18%, à medida que investidores avaliam as novas regras para plataformas de comida online.

O índice Hang Seng caiu 4,2%, elevando a perda de dois dias para 8,2%, a maior desde a crise financeira global.