Mercados

Petróleo deve ficar em US$70-80 nos próximos 10 anos, diz Opep

Cancun, México - Os preços do petróleo podem permanecer entre 70 e 80 dólares na próxima década, de acordo com um relatório da Opep divulgado antes de uma conferência de petróleo nesta semana que reiterou as estimativas de demanda feitas no ano passado. Em um documento escrito antes do Fórum Internacional de Energia nesta semana, […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 29 de março de 2010 às 15h59.

Cancun, México - Os preços do petróleo podem permanecer entre 70 e 80 dólares na próxima década, de acordo com um relatório da Opep divulgado antes de uma conferência de petróleo nesta semana que reiterou as estimativas de demanda feitas no ano passado.

Em um documento escrito antes do Fórum Internacional de Energia nesta semana, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo afirmou que a suposição de preço tem como base a percepção de custos marginais de oferta no médio a longo prazo e destacou que isso não reflete nem sugere "qualquer projeção sobre se tal direção de preço é provável ou desejável".

"Para a próxima década, os preços nominais devem permanecer na faixa de 70 a 80 dólares o barril, enquanto que no prazo mais longo eles devem permanecer entre 70 e 100 dólares", disse o documento.

Segundo o estudo, a estimativa reflete a percepção de que os preços muito baixos limitam os gastos em exploração e produção, enquanto que preços muito altos têm um impacto negativo na economia global e crescimento da demanda.

Nesta segunda-feira, o contrato maio do petróleo nos Estados Unidos era negociado em torno de 82 dólares o barril.

Acompanhe tudo sobre:Açõesbolsas-de-valoresCommoditiesEnergiaPetróleo

Mais de Mercados

Seis desdobramentos da reunião do Copom que manteve a Selic em 10,50%, segundo o BTG Pactual

Ibovespa abre em alta com mercado mais otimista após decisão do Copom

‘Banco dos restaurantes’: iFood quer dobrar de tamanho com lançamento do iFood Pago

Repercussão do Copom, decisão de juros na Inglaterra e Casas Bahia (BHIA3): o que move o mercado

Mais na Exame