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Mesmo com onda de demissões, Twitter mantém contratação para 90 vagas

Nesta semana, o Twitter demitiu ao menos 3,7 mil funcionários, conforme planos anunciados por Elon Musk após a compra da rede social

Twitter: Rede social está contratando para 92 postos, mesmo após cortar metade da equipe (AFP/AFP Photo)

Twitter: Rede social está contratando para 92 postos, mesmo após cortar metade da equipe (AFP/AFP Photo)

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Da Redação

6 de novembro de 2022, 10h28

Mesmo com uma onda de demissões após a venda para o empresário Elon Musk, o Twitter continua com anúncios de vagas. Na página de carreiras da rede social é possível encontrar 92 postos de trabalho em aberto.

Nenhuma das vagas é no Brasil, onde a rede também fez cortes, mas há postos para o Reino Unido, Estados Unidos e Japão, por exemplo. Entre os profissionais procurados pelo Twitter estão desenvolvedores e gerentes de proteção de dados e programas de privacidade.

De acordo com o site de notícias Insider, um terço das vagas é São Francisco, nos Estados Unidos.  Procurada pelo veículo, a empresa não respondeu.

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Nesta semana, o Twitter demitiu ao menos 3,7 mil funcionários, seguindo o plano do CEO da Tesla após comprar a rede social por US$ 44 bilhões. A empresa foi alvo de uma ação coletiva na quinta-feira, 3, no tribunal federal de São Francisco. Trabalhadores alegam que a empresa não cumpriu os requisitos de aviso prévio, violando leis federais e da Califórnia.

No sábado, Jack Dorsey, cofundador e ex-CEO do Twitter, pediu desculpas aos funcionários da empresa por ter feito a rede social crescer "rápido demais". 

"Percebo que muitos estão com raiva de mim", escreveu Dorsey, que cofundou o Twitter em 2006. No ano passado, ele deixou o cargo de CEO e, em maio, o conselho de administração, mas segue como acionista indireto.

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