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Mercados asiáticos reagem ao novo acordo entre Vietnã e EUA; Europa e EUA seguem em alta moderada

Mercados da Ásia fecharam mistos nesta quinta-feira, 3, enquanto Europa opera em alta e Wall Street aguarda payroll

Publicado em 3 de julho de 2025 às 06h28.

As bolsas asiáticas encerraram o pregão desta quinta-feira, 3, com resultados mistos, com destaque para o Vietnã. O índice de referência do país subiu 0,3% e atingiu o maior nível desde abril de 2022, impulsionado pela expectativa em torno do novo acordo comercial com os Estados Unidos.

Na quarta-feira, o presidente Donald Trump anunciou que o país vai impor uma tarifa de 20% sobre importações vietnamitas, enquanto o Vietnã oferecerá acesso tarifário zero para produtos americanos. Segundo Trump, o acordo também prevê uma tarifa de 40% para bens originários de outros países que sejam redirecionados via Vietnã para tentar burlar barreiras comerciais.

Entre os demais mercados da região, o Kospi, da Coreia do Sul, avançou 1,34% e o Kosdaq subiu 1,43%. Na China, o CSI 300 teve alta de 0,62%, enquanto o índice Hang Seng, de Hong Kong, recuou 0,78%. No Japão, o Nikkei 225 fechou estável e o Topix teve leve ganho de 0,1%. A bolsa da Austrália também terminou o dia estável.

Na Europa, os mercados abriram no campo positivo. Por volta das 6h10 (horário de Brasília), o índice europeu Stoxx 600 subia 0,25%, com destaque para o FTSE 100, de Londres, que avançava 0,51%. O DAX, de Frankfurt, ganhava 0,19% e o CAC 40, de Paris, operava próximo da estabilidade, com alta de 0,01%.

Nos Estados Unidos, os futuros operavam com variações modestas antes da divulgação do relatório de empregos payroll de junho. O S&P 500 e o Nasdaq 100 tinham altas de 0,03% e 0,07%, respectivamente. Os contratos atrelados ao Dow Jones subiam 0,02%.

Na véspera, o S&P 500 e o Nasdaq renovaram recordes de fechamento, enquanto o Dow Jones caiu 0,02%. Além do mercado de trabalho, os investidores seguem atentos ao avanço do pacote fiscal de Trump no Congresso e ao relaxamento de restrições sobre chips vendidos à China, em meio à recente trégua comercial entre as duas potências.

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