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Itaú reduz preço justo de Oi pela metade

Empresa teve forte prejuízo no segundo trimestre, o que levou o mercado a especular sobre uma intervenção
Itaú BBA cortou pela metade o preço justo do papel, de R$ 2,00 para R$ 1,00, mas reforçou a recomendação de compra (Reuters/Paulo Whitaker)
Itaú BBA cortou pela metade o preço justo do papel, de R$ 2,00 para R$ 1,00, mas reforçou a recomendação de compra (Reuters/Paulo Whitaker)
Por Angelo Pavini, da Arena do PaviniPublicado em 22/08/2019 12:22 | Última atualização em 22/08/2019 12:23Tempo de Leitura: 2 min de leitura

Após a forte venda das ações ordinárias (ON, com voto) da operadora de telefonia Oi, que provocou queda de 47% em seu preço nos últimos cinco pregões, o Itaú BBA cortou pela metade o preço justo do papel, de R$ 2,00 para R$ 1,00, mas reforçou a recomendação de compra, pois considera que a queda não foi justa.

Segundo o relatório, assinado pelos analistas Suzana Salaru e Vitor Tomita, após vários contatos com investidores, há potenciais gatilhos de alta para a Oi e um espaço limitado para queda dos preços nos níveis atuais, o que cria uma oportunidade em termos de relação risco-retorno.

A empresa teve forte prejuízo no segundo trimestre, o que levou o mercado a especular sobre uma intervenção na empresa, o que foi negado pela Agência Nacional de Telecomunicações.

A atualização do preço justo teve por base os resultados mais recentes, estimativas macroeconômicas atualizadas e o novo plano estratégico da Oi, assim como a manutenção da recomendação de compra.
Segundo o banco, não há dados concretos para justificar o “selloff” recente, e há uma lista de gatilhos positivos à frente. A possível indicação de nova administração provavelmente acelerará a recuperação operacional da Oi.

Segundo o Itaú BBA, a redução do valor justo do papel, apesar de uma taxa de desconto menor e da rolagem da previsão para o fim do ano que vem, deveu-se principalmente aos resultados dos dois primeiros trimestres deste ano, que ficaram significativamente abaixo do esperado.

Apesar de não considerar nos cálculos nenhuma venda de ativos, o que deve significar menores investimentos e mais dívidas de longo prazo, o Itaú espera que a oi se desfaça de algumas participações, o que poderia permitir um ritmo mais forte de investimentos sem aumentar o endividamento.

”Em nossa opinião, as desvantagens limitadas após o recente selloff e possíveis gatilhos positivos geram uma oportunidade favorável de risco para os investidores, apoiando nossa recomendação de desempenho superior”, conclui o banco de investimentos.