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Ibovespa passa os 166 mil pontos e bate recorde pelo 2º dia seguido

Índice é embalado pelo desempenho positivo de papéis de peso na composição, como Vale, Itaú e Bradesco

Ibovespa hoje: apesar da alta, o principal fator de pressão vem do setor de petróleo (Germano Lüders/Exame)

Ibovespa hoje: apesar da alta, o principal fator de pressão vem do setor de petróleo (Germano Lüders/Exame)

Publicado em 15 de janeiro de 2026 às 15h35.

O Ibovespa superou os 166 mil pontos nesta quinta-feira, 15, e emplacou o segundo recorde intradiário seguido, embalado pelo desempenho positivo de papéis de peso na composição do índice, como Vale, Itaú e Bradesco.

Depois de ficar as primeiras três horas praticamente estável, principal índice acionário da B3 passou a subir e, por volta das 15h10, registrou alta de 0,55%, aos 166.047,14 pontos. Com o avanço, a referência acionária superou a máxima intradiária desta quarta, 14, quando bateu recorde e foi a 164.550 pontos.

Os papéis da Vale (VALE3), que respondem por mais de 11% da composição do Ibovespa, também avançam 0,30%, dando sustentação ao indicador.

O mesmo ocorre com o Itaú, cujas ações preferenciais (ITUB4), com cerca de 8,3% de participação no índice, subiam 1,39%. Assim como as do Bradesco (BBDC4), que registram alta de 2,65%, a quinta maior do dia até o momento.

Petrobras limita avanço

O principal fator de pressão vem do setor de petróleo. As ações da Petrobras recuam em linha com o tombo da commodity no mercado internacional, diante do alívio nas tensões geopolíticas após sinalizações de que os Estados Unidos podem adiar uma investida militar contra o Irã.

Embora tenham diminuído o ritmo das perdas, os papéis ordinários da estatal (PETR3), que figuraram entre as maiores altas do Ibovespa na quarta-feira, caíam 0,73%, enquanto as ações preferenciais (PETR4) recuavam 0,28%. A queda se estende a outras companhias do setor.

A Brava Energia (BRAV3), a PetroReconcavo (RECV3) e a Prio (PRIO3) também operavam no campo negativo, acompanhando o movimento do petróleo no exterior.  O barril do Brent, referência internacional, recuava 4,33%, para US$ 63,64, enquanto o WTI caía 4,55%, negociado a US$ 59,20.

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