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Heineken planeja demitir 6 mil pessoas após queda na demanda por cerveja

Heineken anuncia corte de 6.000 empregos e revisa projeções de lucro após queda nas vendas de cerveja, com foco em aumentar produtividade e eficiência operacional

Heineken: empresa fará cortes (Fabio Rezende /Divulgação)

Heineken: empresa fará cortes (Fabio Rezende /Divulgação)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 11 de fevereiro de 2026 às 05h26.

A Heineken anunciou que reduzirá até seis mil postos de trabalho nos próximos dois anos, o que corresponde a 7% de sua força de trabalho global, devido à queda nas vendas de cerveja.

Embora o volume de cerveja tenha recuado 1,2% no último ano, a receita líquida subiu 1,6%, totalizando 28,9 bilhões de euros, impulsionada pelo crescimento em mercados emergentes como Nigéria, Etiópia, Vietnã e Índia. No entanto, as vendas na Europa e nas Américas caíram, com quedas de 3,4% e 2,8%, respectivamente.

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A empresa revisou suas expectativas de crescimento de lucros para 2026, passando de uma previsão de 4% a 8% para uma faixa de 2% a 6%.

O CEO, Dolf van den Brink, que deixará o cargo após quase seis anos, afirmou que a prioridade será aumentar a produtividade e revisar o modelo operacional para melhorar a eficiência. Não foi anunciado um sucessor até o momento.

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