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Evergrande prevê perdas de US$ 770 mi após credores venderem terreno em Hong Kong

O local seria usado para a construção de um grande projeto residencial que incluiria uma mansão para o presidente da incorporadora, Xu Jiayin, de acordo com o jornal Financial Times

Desde o ano passado, a Evergrande está no centro de uma crise de liquidez que se contaminou toda a cadeia do mercado imobiliário chinês (VCG/Getty Images)

Desde o ano passado, a Evergrande está no centro de uma crise de liquidez que se contaminou toda a cadeia do mercado imobiliário chinês (VCG/Getty Images)

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Estadão Conteúdo

7 de novembro de 2022, 10h30

Os credores da incorporadora imobiliária chinesa Evergrande venderam um terreno desocupado da empresa em Hong Kong por US$ 636,942 milhões, com objetivo de honrar parte da enorme dívida da empresa. Segundo comunicado, a companhia espera prejuízo de cerca de US$ 770 milhões relativas à transação.

O local seria usado para a construção de um grande projeto residencial que incluiria uma mansão para o presidente da incorporadora, Xu Jiayin, de acordo com o jornal Financial Times.

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Desde o ano passado, a Evergrande está no centro de uma crise de liquidez que se contaminou toda a cadeia do mercado imobiliário chinês, considerado a espinha dorsal da segunda maior economia do planeta.

Empresas de setores como serviços de construção e materiais de construção, como aço e tintas, absorveram grandes perdas com a incapacidade da Evergrande de pagar suas contas. Alguns deles demitiram trabalhadores e atrasaram o pagamento de suas próprias contas para outras empresas, que também estão sofrendo com isso.

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