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Dexco e Alpargatas lideram perdas do Ibovespa em dia de estreia no índice

Ações fazem parte da nova carteira teórica do Ibovespa, que agora inclui 91 ativos

Painel de cotações da B3 | Foto: Germano Lüders/EXAME (Germano Lüders/Exame)

Painel de cotações da B3 | Foto: Germano Lüders/EXAME (Germano Lüders/Exame)

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Beatriz Quesada

6 de setembro de 2021, 15h16

As ações da Dexco, ex-Duratex (DXCO3) e da Alpargatas (ALPA4) são as principais baixas do Ibovespa nesta segunda-feira, 6. Às 15h, os ativos apresentam quedas de 2,32% e 1,78%, respectivamente. 

Os papéis — que estreiam hoje no índice — fazem parte da nova carteira do Ibovespa, que vai vigorar entre os meses de setembro e dezembro. Nenhuma ação foi excluída, e sete novos papéis passaram a fazer parte do Ibovespa. 

A explicação para a queda pode estar na própria entrada no Ibovespa. “Algumas oscilações mais bruscas podem ocorrer por conta de rebalanceamento realizados por grandes fundos, em que são feitos ajustes de posições em certos papéis após a mudança na carteira teórica do índice”, explicou Otto Sparenberg, analista técnico do BTG Pactual digital, durante o programa Abertura de Mercado desta segunda-feira.

Além da Dexco e da Alpargatas, a nova carteira conta com: Banco Inter PN (BIDI4), Banco Pan PN (BPAN4), Méliuz ON (CASH3), Rede D'Or ON (RDOR3), e Petz ON (PETZ3). Com isso, o Ibovespa passa a ser composto de 91 ativos, ante os 84 da última composição.

Entre as estreantes, o Banco Pan também é negociado em queda e recua 0,64%. As demais, são negociadas em alta.

Os papéis da Rede D’Or, a propósito, estão entre as maiores altas do dia, subindo 3,59%. Além da estreia no Ibovespa, as ações reagem ao anúncio do pagamento de 1,96 bilhão de reais (0,9941 reais por ação) em dividendos intermediários. 

Já as ações da Méliuz sobem 1,24%. A companhia anunciou o desdobramento de seus papéis na proporção de 1 para 6. 

Para fechar o grupo, os papéis da Petz e as ações preferenciais do Banco Inter sobem 1,47% e 0,5%, respectivamente.