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CVM também dá aval à dupla listagem da JBS

Autarquia aprovou listagem na B3 por meio de BDRs, recibos de ações de emissores estrangeiros; títulos começarão a ser negociados em 9 de junho

Swift: uma das marcas da JBS, considerada a maior empresa de alimentos do mundo (Germano Lüders/Exame)

Swift: uma das marcas da JBS, considerada a maior empresa de alimentos do mundo (Germano Lüders/Exame)

Natalia Viri
Natalia Viri

Editora do Exame INSIGHT

Publicado em 30 de maio de 2025 às 18h20.

Última atualização em 30 de maio de 2025 às 18h21.

Em mais um passo para a implementação do processo de dupla listagem, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deu aval hoje para que a JBS negocie na B3 por meio de BDRs, recibos de ações de emissores estrangeiros.

A autarquia aprovou o registro de emissor estrangeiro da JBS N.V., que será o emissor dos títulos. No mês passado, a companhia dos Batista já havia obtenção do registro junto à Securities and Exchange Comission (SEC).

As ações da companhia (JBSS3) serão ofertas da bolsa brasileira até 6 de junho. Já o primeiro dia de negociação dos BDRs será em 9 de junho. A expectativa é que as ações da JBS comecem a ser negociadas na Nyse em 12 de junho.

Na assembleia geral extraordinária realizada em 23 de maio, os acionistas minoritários da JBS aprovaram a proposta de dupla listagem.

De acordo com a companhia, o objetivo é destravar valor, adequar a estrutura de capital ao perfil global e diversificado da JBS e ampliar a capacidade de investimento, mantendo disciplina financeira.

"A dupla listagem é a estrutura que mais se adequa aos negócios da JBS e deve destravar ainda mais o valor da Companhia, com maior acesso a investidores e a juros mais competitivos, para ampliar a capacidade de financiar o crescimento a um menor custo, acelerando a estratégia de diversificação", afirmou o CFO da JBS, Guilherme Cavalcanti, em nota.

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