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CVM revoga suspensão da oferta da Ser Educacional

Suspensão havia sido determinada porque o prospecto da distribuição não apresentava "informações completas, precisas e atuais"


	Bovespa: Ser Educacional disse estar tomando todas as medidas necessárias visando a revogação da suspensão da oferta pública inicial de ações
 (BM&FBovespa/Divulgação)

Bovespa: Ser Educacional disse estar tomando todas as medidas necessárias visando a revogação da suspensão da oferta pública inicial de ações (BM&FBovespa/Divulgação)

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Eulina Oliveira

Publicado em 21 de outubro de 2013, 20h33.

São Paulo - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) comunicou, na noite desta segunda-feira, 21, que revogou a suspensão da oferta pública inicial de ações da Ser Educacional. A suspensão havia sido determinada na última sexta-feira, 18, porque o prospecto da distribuição não apresentava "informações completas, precisas e atuais para uma tomada de decisão consciente por parte dos investidores".

Segundo a autarquia, a revogação entra em vigor na terça, 22, e responde a providências adotadas pela emissora, pelos acionistas vendedores e pelo BTG Pactual, instituição líder da oferta, "que atenderam, satisfatoriamente, à necessidade de saneamento da irregularidade que motivou a suspensão".

O Grupo Ser Educacional publicou comunicado ao mercado nos jornais informando que estava tomando todas as medidas necessárias visando a revogação da suspensão da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) pela CVM, pelo prazo de até 30 dias. A empresa informou ainda novo cronograma estimado da oferta, com fixação do preço por ação em 25 de outubro.

Das medidas tomadas, está a alteração na seção de fatores de risco da oferta para inclusão dos efeitos de possível perda ou redução das políticas de financiamento e/ou benefícios fiscais. O motivo é a Instrução Normativa nº 1.394 da Receita Federal, que estabelece novas regras referentes às isenções tributárias concedidas no âmbito do ProUni.